POLPA MOLDADA

POLPA MOLDADA
Polpa Moldada

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Edição Verão 2017 do projeto Ecodesign conta com o patrocínio da TANAC



A TANAC busca sempre incentivar empresas fabricantes de couro e materiais para o setor coureiro calçadista a desenvolverem produtos com a utilização de tanantes vegetais de acácia negra que são provenientes de fontes renováveis.Apostando também em projetos que mostrem que é possível ser sustentável – e também rentável – é que desde 2014 a empresa patrocina o projeto Ecodesign, parceria essa que continua na edição Verão 2017.
 

“A TANAC por natureza e política buscou, e continua buscando, soluções sustentáveis para cada novo desenvolvimento, ou projeto que participa. Quando fomos convidados, lá em 2014, a fazer parte de um projeto que tinha como principal objetivo mostrar que é possível criar artigos finais de couro, com materiais de fontes sustentáveis, não hesitamos em participar e incentivar. Acreditamos na ideia de um produto final mais ecofriendly e sustentável”, destaca o Gerente de Vendas, João Carlos Graeff. 
O resultado dessa parceria poderá ser conferido durante a 13ª edição do Inspiramais, nos dias 11 e 12 de janeiro em São Paulo.

O projeto
Coordenado pela estilista Isabela Capeto, o projeto tem como objetivo desenvolver couros de menor impacto ambiental destinados aos setores coureiro e calçadista, onde entra a utilização dos taninos vegetais, solventes a base d’água e produtos livres de cromo. O Ecodesign promove a utilização de couros exóticos e de vacum apresentados em protótipos de calçados e acessórios, com base no conceito de menor impacto ambiental e maior aproveitamento das matérias primas disponíveis.
TANAC

TANAC, há mais de seis décadas, vem fazendo parte da história: buscando o equilíbrio entre os recursos que a Natureza oferece e a preservação do meio em que vivemos, utilizando matérias-primas de fonte renovável, oriundas de florestas plantadas de Acácia Negra. De uma pequena fábrica de taninos, em 1948, a empresa cresceu, ampliou horizontes e, hoje, é líder mundial na produção de extratos vegetais e cavacos de acácia negra.

Edição Verão 2017 do projeto Ecodesign conta com o patrocínio da TANAC



sexta-feira, 17 de junho de 2016

Primeira cidade sustentável do país prevista para 2017



O distrito de Croatá (CE) vai ser o palco de estreia do projeto conhecido como Smart City. A Cidade Inteligente tem estimativa para 25 mil habitantes e contará com sinal de internet liberado em algumas áreas do empreendimento. O complexo Laguna Residencial EcoPark inclui também em seu projeto habitações sociais, para essas casas o investimento será economicamente viável para todas as classes sociais. Alguns lotes já estão disponíveis para consulta com preços a partir R$ 24.300.

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Desenvolvida pela empresa brasileira SG DESENVOLVIMENTO, a ideia de Social Smart City foi concebida pela Planet, The Smart City, empresa italiana que implementa soluções tecnológicas para o crescimento econômico e sustentável das cidades inteligentes. Para buscar e desenvolver tais tecnologias, foi realizado um concurso em Israel, em parceria com a StarTAU e a Universidade de Tel Aviv para investir em startups que possuam ideias inovadoras para o futuro das cidades inteligentes. A previsão de entrega da primeira fase do empreendimento será 1º de dezembro de 2017.

Ceará tem a primeira smart city para pessoas de baixa renda do Brasil

quinta-feira, 16 de junho de 2016

WhatsApp começa a liberar videochamadas

WhatsApp começa a liberar videochamadas


De acordo com o FoneArena, que obteve acesso ao novo recurso, você passará a ter duas opções quando selecionar o ícone de telefone dentro de uma conversa com um amigo: realizar uma chamada de voz ou vídeo.


Pouco mais de um ano depois de lançar o recurso que permite ligações via internet, o WhatsApp começa agora a liberar videochamadas em seuaplicativo. A novidade ainda está em fase de testes com poucos usuários.
De acordo com o FoneArena, que obteve acesso ao novo recurso, você passará a ter duas opções quando selecionar o ícone de telefone dentro de uma conversa com um amigo: realizar uma chamada de voz ou vídeo.
O recurso ainda não tem data oficial de estreia. A empresa não se pronunciou sobre as videochamadas, mas, recentemente, tornou as mensagens em textos, todos os anexos e também as chamadas de voz codificadas (criptografia ponta a ponta).
Ou seja, somente os smartphones das pessoas envolvidas na conversa podem ver os dados enviados. O WhatsApp informa que não armazena informações dos usuários do seu aplicativo. As teleconferências podem contar com o mesmo recurso de segurança. 
No campo das videochamadas, a empresa terá concorrentes como o Skype, o Viber e o imo, fora o Messenger, que, como pertence ao Facebook, não se trata exatamente de um serviço concorrente – o Facebook comprou o WhatsApp em 2014.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

“Upgrade” Tecnológico – Exigências Atuais de Sustentabilidade e Meio Ambiente


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No presente momento, as condições de mercado e as exigências de segurança para o Meio Ambiente, tanto no recinto de produção, como na disposição de efluentes gerados são bem mais severas, quando comparadas àquelas existentes no início de operação do processo produtivo.
As condições de mercado globalizado remetem à práticas de valores de venda que se pauta em valores internacionais onde, se por um lado, podem pressionar margens de lucro no mercado nacional, por outro podem favorecer as exportações quando combinados com incentivos e câmbios.
Atualmente, qualquer produto de sucesso deve levar como valor intrínseco, a questão da Sustentabilidade Global comprovada, que é traduzida em práticas de respeito à Vida Humana e ao Ambiente, e este valor é comprovado pelas publicidades institucionais que se observam nos meios de comunicação públicas das grandes corporações e que se estendem para qualquer empreendimento que se pretenda duradouro.
O processo de produção, para remunerar a expectativa do investidor, deve atender às condições de venda competitiva, associadas a um custo de operação que possibilite a margem de lucro considerada atrativa.
No passado, o esforço esteve concentrado em atividades de publicidade, marketing, vendas e logística, porém, em passado recente, o custo de produzir cresceu, tanto pelas matérias-primas, como também pela energia e trabalho que vem apresentando valores cada vez mais significativos no resultado da margem de lucro, já bastante afetada pelos impostos.
Em anos recentes, muitos empreendedores foram surpreendidos pelos imponderáveis custos associados à caracterização legal de ambientes, como insalubres e disposição incorreta de efluentes que levaram a indenizações de vulto e a multas que prejudicaram sobremaneira e em alguns casos arruinaram o resultado de longo termo do empreendimento.
De fato, com a atual instalação industrial totalmente amortizada um “upgrade” tecnológico que contenha as diretrizes tecno-científicas do processo e que resulte em uma norma operacional escrita, incorporando-se um estudo sobre os efluentes do processo, bem como melhorias nas condições de segurança e salubridade do recinto de produção, devem conduzir as empresas para um patamar compatível com as exigências atuais de sustentabilidade.
Mostra-se, a partir de agora, uma nova tendência comportamental corporativa. Pense, avalie, planeje e invista. Conte com a GR Engenharia – Meio Ambiente para tornar seus projetos, realidades.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Sustentabilidade: designer francesa cria peças com pó metálico

Em seu ateliê, Ariane Prin usa sobras de pó metálico para criar belos objetos


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O resíduo do polimento das peças de metal, misturado com a ecorresina Jesmonite, dá forma aos potes, vasos, bandejas, bowls e porta-joias da coleção Rust, assinada pela designer francesa, radicada em Londres. “Recolho o material em oficinas de chaves e nas empresas metalúrgicas”, afirma ela. Por causa da oxidação pós-manufatura, os artigos, feitos a mão, têm veios e matizes temporariamente mutantes – e nenhum deles se repete. A fim de valorizar esse efeito tão especial, as formas dos produtos são simples. “Durante o desenvolvimento de uma série, já fico pensando em como utilizar os restos em outro projeto. Sou o tipo de pessoa que não joga nada fora”, revela a engajada Ariane. Abaixo, leia a entrevista com a profissional.
O que as pessoas esperam do design e da arte atualmente?
- Não posso falar por outras pessoas pois isso varia conforme a cultura ou mesmo a posição social de cada um, mas acho que o que as pessoas esperam da arte é sentirem-se inspiradas, e do design, é sentir que conseguiram tirar dele alguma felicidade, transmitir alguma felicidade para a vida cotidiana, que aquilo fez suas vidas melhores. Você sempre se lembra dos objetos que não funcionaram da forma como deveriam, que falharam enquanto ferramentas, por exemplo, bem no momento em que você precisava cozinhar se utilizando dele. Você nunca vai esquecer aquele objeto que não funcionou de forma apropriada. Os objetos que funcionam, o fazem silenciosamente. Acho que a felicidade que o design ou a arte podem trazer à existência é muito subjetiva, mas sim, você acaba sendo mais feliz se tem presenças que “funcionam” na sua vida, sejam objetos ou pessoas. E nós não precisamos de fato de muitas coisas. É estranho que eu diga isso, afinal sou uma designer de produtos, o que eu faço é vender objetos, mas recentemente mudei para um novo apartamento onde ainda não tenho móveis, nada mesmo, e estou amando. Estou super feliz com nada. A maioria das minhas coisas ainda estão fechadas em caixas de papelão e estou feliz do jeito que está. Claro que planejo eventualmente abrir as caixas… (risos) Mas não estou com pressa, percebi que na verdade preciso de muito pouco.
Qual a importância de trabalhos que abordam a sustentabilidade de forma conceitual?
Estamos vivendo uma época muito importante, o mundo está mudando, estamos no limiar de algo totalmente novo. É bom estar vivo agora para ver isso acontecer. Acho que as pessoas estão percebendo que já faz muito desde a revolução industrial, que agora estamos iniciando a revolução ecológica, e aprendendo a partir dos nossos erros. Tivemos que chegar onde chegamos para perceber que não era o caminho certo. Claro que existe muita hipocrisia – e eu me incluo entre os hipócritas – por exemplo, tantos ótimos designers que se dedicam a criar móveis e objetos bonitos em geral e só depois disso percebem, talvez muito tarde, que tomaram as decisões erradas. Fico pensando se não somos muito bons em falar e não tão bons em agir. Mas a verdade é que toda essa mudança virá muito lentamente. As coisas mudam devagar mas inevitavelmente, e designers são as pessoas em melhor posição para promover mudanças, pois estão posicionados entre os bens de consumo e a indústria, lidando com o mercado em muito diferentes níveis. Assim, o trabalho que aborda a sustentabilidade de uma forma conceitual, como é minha inspiração, pode não ser tão importante em termos quantitativos, mas ele representa o comportamento que deveria ser a norma. Nós deveríamos agir sempre de forma sustentável. Chego a ficar chocada quando percebo que pensar e agir de forma sustentável não é a norma, mas a exceção. Nem deveria existir uma palavra para sustentabilidade, isso deveria ser simplesmente o senso comum.
Você acha que está acontecendo uma redescoberta, um renascimento do artesanato?
Eu sinto um maior interesse por artesanato em torno de mim, mas isso pode ser porque considero a mim própria como uma artesã e vivo cercada de pessoas com o mesmo tipo de visão e interesses. Nem todos os meus amigos são designers, mas todos são habilidosos e produtivos, preferem produtos em menores quantidades e maior qualidade, produtos que têm uma história, uma identidade. Então sim, eu acho que o renascimento do artesanato pode ser uma possibilidade, mas num sentido muito mais amplo. Muita gente está mudando para o campo, pois perceberam que as cidades se tornaram muito caras e superlotadas para viver, e que, com a internet, não é mais preciso estar lá. Muitos vão viver em sítios, voltam a cultivar vegetais livres de químicas, parece que tudo está mudando para melhor. É muito estimulante.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

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SUSTENTABILIDADE E TECNOLOGIA – ARQUITETURA DE PARIS

EM 2050

O arquiteto francês, Vincent Callebaut, foi designado a fazer um conceito para a arquitetura da cidade de Paris em 2050, com o projeto Paris Smart City. A aparência do projeto já segue a linha futurista que é característica de Callebaut, e tem grande apelo a sustentabilidade.
Com torres tecnologicamente avançadas que produzem energia limpa e renovável, muito verde e usando todos os espaços possíveis para abrigar vegetação, o projeto nos mostra a cidade inteira totalmente arborizada, parecendo ter sido recriada dentro de uma floresta, mas sem desmatar quase nada. O projeto reforça a grande preocupação com a sustentabilidade no mundo moderno e que o design e a tecnologia podem ser usados da melhor forma possível, para servir, ao mesmo tempo, o homem e o meio ambiente.
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sexta-feira, 10 de junho de 2016

A tecnologia vestível de mãos dadas com a sustentabilidade




A ideia de adicionar funções extras ao vestuário é uma realidade atual na indústria da moda e também nas escolas de design e artes. Neste sentido, a proximidade de setores artísticos nos vários campos da ciência e da tecnologia tem aumentado rapidamente, permitindo uma nova compreensão sobre materiais, padrões estéticos, formas, cores, e até mesmo o mercado.

A partir da nanotecnologia até a microbiologia, o alcance do desenvolvimento científico na moda é ilimitado. Então, nada seria tão natural quanto pensar nesses avanços em termos de soluções pró sustentabilidade, ainda mais considerando as discussões atuais em torno de questões ambientais e sociais.
Energia

A crescente demanda por energia é definitivamente um dos desafios mais críticos para o desenvolvimento sustentável. Esta questão crucial tem inspirado designers, cientistas e fabricantes para incorporar mecanismos diversificados nas roupas e tecidos, a fim de desenvolver peças que fossem por si mesmas fontes geradoras e retentoras de energia. A abordagem mais direta para anexar painéis solares em roupas e acessórios foi abordada em diversos projetos como a  elegante blusa “Solar Shirt” criada pela estilista holandesa Pauline van Dongen 


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Outro projeto é a bolsa de luxo Eclipse da Diffus movida a energia solar e que combina elegância, técnicas de bordado, bem como a utilização de células fotovoltaicas em uma única peça capaz de gerar energia suficiente para abastecer um smartphone.

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Com o mesmo objetivo de praticidade para carregar dispositivos como celulares e MP3, a Tommy Hilfiger lançou dois modelos de casavos para homens e mulheres que geram energia em movimento com seus painéis solares flexíveis embutidos na parte traseira.


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Poluição
Um dos efeitos secundários do nosso sistema industrial urbano é a poluição ambiental. Inspirados pela ideia de melhorar a qualidade do ar, o químico Tony Ryan e a designer de moda Helen Storey criaram o projeto, Catalytic Clothing, onde conversores catalíticos são aplicados sobre o tecido, e são capazes de destruir as moléculas poluentes transportados pelo ar e purificando-o.
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Além desse vestido dos dois pesquisadores criaram um denim ambientalmente amigável que remove as emissões nocivas no ar. Os jeans são revestidos com partículas de dióxido de titânio, que reage com a luz e ar para neutralizar o óxido de azoto, que é o poluente emitido por veículos e fábricas. Assim como os conversores catalíticos ajudam a reduzir a poluição, o jeans poderia ajudar a tornar o planeta mais limpo.

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Desperdício
Cada vez mais existe a necessidade dos estilistas conhecerem todo o ciclo do vestuário, não só relacionado com o processo de produção, mas também com o que acontece com as roupas após o consumo pois 80% do desperdício de matérias primas que vão parar nos aterros poderia ter sido evitado durante sua faze de projeto. Em termos de redução de resíduos, as soluções devem seguir os mesmos princípios, procurando técnicas que diminuem a produção dos resíduos gerados, bem como os resíduos após o consumo.
A tecnologia de impressão 3D poderá um dia revolucionar a indústria têxtil quando puder imprimir em larga escala tecidos biodegradáveis que possam de auto-reparar, ser super resistentes e livres de sujeira.
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Escassez de Recursos
Os recursos naturais são finitos e qualquer tipo de atividade humana têm de lidar com a possibilidade de escassez de recursos. Nesta área, a pesquisadora Suzanne Lee da Biocouture fez crescer suas próprias roupas, onde as peças são feitas com fibras de celulose geradas a partir de bactérias, criando uma visão de vanguarda para as matérias primas alternativas dentro da indústria da moda. Em 2030, couros orgânicos poderão ser produzidos em larga escala nos laboratórios simulando qualquer tipo de couro animal e tecidos cosméticos cultivados poderão ser utilizados tanto para a medicina como na moda.

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Apesar da complexidade do tema e as inúmeras discussões sobre se as tecnologias vestíveis poderão trazer benefícios reais para as questões ambientais e sociais, as constantes investigações e desenvolvimentos envolvidos podem (pelo menos) ser vistos como estratégias de pensamento e questionamento investigativo dos nossos atuais desafios fundamentais,pois essas idéias por si só valem a pena todo o tempo e esforço empregado.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Dubai anuncia planos para realizar Olimpíadas  DE Robôs em 2017



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A ideia é que o evento aconteça a cada dois anos e, assim como nas Olimpíadas tradicionais, equipes do mundo afora teriam seus robôs e objetos robóticos representantes



O governo de Dubai, a principal cidade do Emirados Árabes Unidos, anunciou seus planos de organizar a primeira Olimpíadas de Robôs em dezembro de 2017.
Segundo representantes do governo, o evento teria três dias e atenderia pelo nome de “World Future Sports Games”, ou seja imagine robôs assumindo vocações atléticas em competições dominadas até então por humanos. Claro, era só uma questão de tempo.
A ideia é que o evento aconteça a cada dois anos e, assim como nas Olimpíadas tradicionais, equipes do mundo afora teriam seus robôs e objetos robóticos representantes.
Por enquanto, os jogos se focarão em corrida de carros sem motorista, futebol com robôs, competições de corrida robótica, corrida de drones, natação robótica, tênis entre robôs e luta entre os mesmos.
O anúncio dos novos jogos foi dado no final do “World Drone Prix”, em Dubai, no último sábado, quando um adolescente britânico de 15 anos levou o prêmio principal de US$ 250 mil.


quarta-feira, 8 de junho de 2016

Brasil inaugura primeira usina solar flutuante do mundo 

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O primeiro projeto-piloto no mundo de exploração de energia solar em lagos de usinas hidrelétricas, com uso de flutuadores, foi lançado no dia 4 de março, na Hidrelétrica de Balbina, no município de Presidente Figueiredo, no Amazonas.
Segundo o Ministério de Minas e Energia, a iniciativa já foi implementada em outros países, mas em reservatórios comuns de água. No caso do Brasil, a engenharia será utilizada nos lagos das hidrelétricas, permitindo aproveitar as subestações e as linhas de transmissão das usinas, além da lâmina d’água dos reservatórios, evitando desapropriação de terras.
As placas fotovoltaicas flutuantes no reservatório da usina amazonense vão gerar, inicialmente, um megawatt (MW) de energia. A previsão é que em outubro de 2017 a potência seja ampliada para 5 MW, o que é suficiente para abastecer, por exemplo, nove mil casas.

“Aqui em Balbina é um caso bastante típico porque nós temos uma subestação que poderia estar transmitindo algo como 250 MW. Hoje, usa apenas 50 MW. Portanto, há 200 MW de ociosidade, que vamos poder suplementar com energia solar, com custo muito reduzido, fazendo com que tenhamos eficiência energética, segurança energética, melhor gestão hídrica dentro dos nossos reservatórios e ao mesmo tempo baratear a energia para que a tarifa de energia elétrica seja mais barata em nosso país”, afirmou.
O ministro Eduardo Braga explicou que o projeto de geração híbrida utiliza a capacidade dos reservatórios e a infraestrutura de hidrelétricas brasileiras, principalmente, as que estão com baixa capacidade de geração de energia, como é o caso de Balbina.
A pesquisa vai analisar o grau de eficiência da interação de uma usina solar, em conjunto com a operação de usinas hidrelétricas, e a influência no ecossistema dos reservatórios. Após os estudos, de acordo com Eduardo Braga, a expectativa é que a geração de energia solar seja de 300 MW, podendo abastecer 540 mil residências. “É preciso fazer vários estudos, e nós esperamos, terminados esses estudos, poder começar os leilões de energia, de reservas com flutuadores dentro dos nossos reservatórios, e aí teremos capacidade muito grande no Brasil, porque o país possui inúmeras hidrelétricas com espaço para coletar energia solar nos seus reservatórios”, explicou o ministro.

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Tendência de crescimento

De acordo com o presidente da Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto, a tendência é que o país amplie a geração de energia solar, o que pode refletir futuramente na redução da conta de luz. Mas ressaltou que não dá para avaliar a queda percentual, pois ainda não se sabe quanto será o custo da energia solar. Mas adiantou que será uma “redução substancial”.
Segundo ele, a participação da energia solar na matriz elétrica brasileira é muito pequena, mas deve crescer nos próximos anos, podendo chegar a 5%, 10% ou até mais. “Cada vez mais esses painéis estão reduzindo. A energia solar vai ficar muito barata, e essa economia será repassada para as tarifas que beneficiam o consumidor brasileiro”, destacou.
Os flutuadores da primeira etapa foram produzidos em Camaçari, na Bahia, e os próximos vão ser fabricados no Amazonas. Segundo Orestes Gonçalves, sócio-diretor da empresa Sunlution, responsável pelo desenvolvimento do projeto, a iniciativa vai contribuir para a geração de empregos.


Além da 'solarização'Ele disse que todos os empregos serão contratados no estado do Amazonas, de gente com formação pela Universidade Federal do Amazonas, Serviço Nacional da Indústria (Senai) e outras instituições de ensino. Os eletricistas que vão instalar as usinas, os engenheiros que vão participar, assegurou, “serão todos do estado do Amazonas, e todos com treinamento. Esse é o objetivo de envolver a universidade no projeto”.
Para Ciro Campos, do Instituto Socioambiental (ISA), a iniciativa do governo é positiva e oportuna, porque estimula a produção de energia solar no país e a criação de uma cadeia produtiva que ajuda a gerar emprego e renda em um momento de crise econômica. Mas ele chama a atenção para a escolha de usinas como a de Balbina, que causaram grande impacto ambiental e têm pouca produtividade.
No seu entender, “Balbina é a pior usina hidrelétrica já construída no Brasil, e talvez seja também o maior crime ambiental da nossa história. Portanto, não basta o ministério ‘solarizar’ Balbina ou outras hidrelétricas na Amazônia para tornar a existência dessas usinas menos nocivas para a atmosfera e para a sociedade também”.
Hidrelétrica de Sobradinho

Projeto semelhante, com a mesma capacidade de geração de energia solar de Balbina, foi anunciado na Hidrelétrica de Sobradinho, na Bahia, no dia 11 de março. A Eletronorte e a Chesf vão investir quase R$ 100 milhões nos dois empreendimentos, que devem entrar em operação em janeiro de 2019.
A construção será de responsabilidade da empresa brasileira Sunlution, em parceria com a fabricante de equipamentos WEG e participação das universidades federais de Pernambuco e do Amazonas, bem como da Fundação de Apoio ao Rio Solimões.



terça-feira, 7 de junho de 2016

Global Denim Awards propõe novos caminhos de inovação, artesanato e sustentabilidade no jeans





Após o sucesso da primeira edição do Global Denim Awards em 2014, a cerimônia de premiação organizada pelo e3 retorna para a capital do denim da Europa, Amsterdã, para mais uma segunda rodada. Maior do que a anterior, o Denim Global Awards 2015 convidou oito estilistas de moda em parceria com oito das melhores tecelagens de denim do mundo para criar uma coleção cápsula de 5 roupas jeans que reunissem inovação, sustentabilidade e artesanato.
Cada estilista teve a oportunidade de visitar a tecelagem que lhe forneceu o denim para desenvolver uma compreensão aprofundada da fibra, tecido, lavagem e desenvolvimento do denim. As tecelagens e os estilistas foram selecionados pela organizadora de feiras internacionais de jeans Kingpins em cooperação com a HTNK Fashion Recruitment & Consultancy . As tecelagens de denim escolheram um estilita que se encaixava melhor em sua identidade de marca ou estavam procurando alguém para trazer uma nova perspectiva.
Os participantes vieram de todo todo o mundo, mas houve uma forte presença dos italianos, como o estilista Sartoria Diletto e as tecelagens Tessile Del Vomano e a famosa Candiani Denim. Todas as coleções foram julgadas dentro e fora da passarela por um júri de profissionais da jeanswear como Adriano Goldschmied, Amy Leverton, Menno van Meurs e Pierre Morisset.
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Sobre o mérito da coleção do estilista e do carácter inovador do tecidos do fabricante de denim: o estilista vencedor recebe um prêmio de € 10,000 pela melhor coleção que será depois apresentada nas feiras de jeans da Kingpins em Nova York e Hong Kong e na Amsterdam Denim Days de 2016. Já a tecelagem que tiver o tecido mais inovador também vai ganhar uma menção honrosa. Os vencedores da segunda edição de 2015 foram o estilista italiano Sartoria Diletto e a tecelagem italiana Candiani Denim.

As oito equipes participantes foram:

Candiani Denim (desde 1938, Itália) afirma ser a tecelagem de denim mais sustentável do mundo. Eles uniram-se com o estilista italiano Sartoria Diletto, um mestre-alfaiate italiano que nasceu e foi criado na Alemanha.
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Advanced Denim Co (desde 1987, China), uma das mais antigas tecelagens da China e é conhecida por seu denim premium. Eles uniram-se ao ArtEZ Institute of the Arts formado pelos estilistas Tung Trinh e Tim 
Becx.

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Atlantic Mills (desde 2002, Tailândia) é uma empresa de propriedade familiar com uma das maiores coleções de denim com bordas auto-acabadas (impede o tecido de desfiar) disponíveis em todo o mundo. Eles uniram-se com o designer suíço Michael Seiter.

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Berto Industria Tessile (desde 1887, a Itália) é conhecida pela sua habilidade em malhas e jeans. Eles fizeram parceria com a italiana StudioPretzel fundada em 2011 por Emiliano Laszlo.

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Calik Denim (desde 1987, Turquia) é uma das maiores fábricas de denim do mundo. Eles uniram-se com a estilista turca Gülçin Çengel.

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ITV Denim (desde 1973, Itália) entregou o vencedor das Denim Global Awards do ano passado. Este ano, eles uniram-se a marca de moda feminina Alexandra Frida de Amsterdã.

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Prosperity Textile LTD. (desde 1995, China) pode ser uma das tecelagens de denim que tiveram o maior crescimento do mundo. Eles uniram-se com o estúdio criativo holandês Maison the Faux.

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Tejidos Royo (1903, Espanha) é impulsionado pela produção sustentável de denim de ponta e juntou-se com o holandês John-Randy Anthony, que recentemente se formou pela Jean School Amsterdam.

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