POLPA MOLDADA

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Polpa Moldada

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Ongs propõem 20 ações de curto a longo prazo para crise hídrica de SP


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A ideia é baseada no engajamento e no diálogo entre diferentes segmentos da sociedade e de governo.


Em meio a crise hídrica que assola as cidades paulistanas, o Instituto Socioambiental (ISA) deu início ao projeto Água@SP com o objetivo de mapear propostas que possam contribuir para amenizar essa situação.
Para o instituto a atual situação é fruto de quatro fatores: ênfase dos governos na retirada de mais água, e não no uso racional desse recurso; desmatamento nas áreas de mananciais e poluição das fontes de água em quase todo o estado; seca extrema e déficit de chuvas, em especial no Sistema Cantareira; pouco espaço de participação e transparência quanto à gestão da água.  Agravados por um quinto fator: resistência dos governos em tomar medidas mais firmes em um ano eleitoral.
Com o apoio de diversas organizações foi criada a “Aliança pela água de São Paulo” – uma espécie de coalizão da sociedade civil para contribuir com a construção de segurança hídrica no estado. A ideia é que baseado no engajamento e no diálogo entre diferentes segmentos da sociedade e de governo se alcance duas metas: chegar em abril de 2015 em situação segura para enfrentar mais um período de estiagem (meta de curto prazo) e implantar um novo modelo de gestão da água, que garanta um futuro seguro e sustentável para os moradores (meta de longo prazo)
As organizações participantes (Entre elas, Greenpeace, Instituto Akatu, SOS Mata Atlântica, The NatureConservancy e WWF- Brasil) propõem um consenso em torno de um conjunto de ações, confira abaixo:
10 ações urgentes para a crise atual
(necessárias para alcançar a meta de curto prazo)
 - Comitê de gestão da crise
Pedimos ao governo paulista que instale um comitê de gestão da crise, com ampla participação da sociedade e das prefeituras afetadas pela escassez.
- Salas de situação para gestão de crise
Sugerimos ao governo paulista a instalação de salas de situação, espaços físicos nas maiores cidades de cada região afetada, que reúnam em um mesmo local, enquanto durar a crise, os atores responsáveis pela gestão local da água.
 - Informação para a população
As organizações participantes vão intensificar suas ações de informação e sensibilização da sociedade quanto à dimensão da crise e quanto à importância de que cada cidadão use a água ainda mais racionalmente.
- Campanhas públicas
Solicitamos que os governos estadual e municipais, além das concessionárias de água, ampliem suas campanhas de informação e adotem mensagens mais claras e frequentes quanto à importância da redução do consumo de água, captação de águas da chuva e armazenamento seguro em situação de emergência.
 - Transparência na gestão
Exigimos que o governo estadual divulgue e garanta amplo acesso da população sobre locais e horários com maior risco de falta de água (“racionamento não oficial”) e que o governo estadual e a Sabesp trabalhem de forma integrada e coordenada com as prefeituras. Devem divulgar, ainda, um plano de ação emergencial, que mostre como vão garantir o abastecimento caso a estiagem se agrave.
 - Incentivos à redução de consumo
Cobramos dos governos estadual e municipais, além das concessionárias de água, que intensifiquem as medidas pela redução do consumo, uma vez que as medidas atuais ainda são insuficientes frente a gravidade da crise.
 - Multa para usos abusivos
Recomendamos que o governo estadual, agências reguladoras e municípios estabeleçam multas para o desperdício de água e usos abusivos da água, com o estabelecimento de metas de redução de consumo por unidade consumidora.
- Garantia de água em situação de emergência
Propomos que o governo estadual, por meio do Cetesb/DAEE/Vigiliancia Sanitária e municípios, divulguem o quanto antes lista de fornecedores de água de caminhão pipa devidamente outorgados e em situação de regularidade sanitária. Recomendamos que seja feito, de forma compartilhada entre os governos, o mapeamento de possíveis situações de perfuração de poços, nascentes e bicas para uso de abrangência coletiva na escala de bairros e subprefeituras.
 - Ações para grandes consumidores (indústrias e agricultura)
Propomos que o governo federal (ANA) e estadual (DAEE), com a participação dos comitês de bacia, façam uma moratória de outorgas de forma a garantir reposição de águas subterrâneas, envolvendo os representantes de grandes consumidores (celulose, bebidas, irrigação, e outros).
Recomendamos que o governo estadual e as associações empresariais definam metas voluntárias e, quando necessário, obrigatórias, para a redução do consumo por parte de indústrias e serviços que usam muita água. 
10 - Incentivo a novas tecnologias
Propomos aos governos federal, estadual e municipais, que reforcem imediatamente os programas de incentivo à instalação de equipamentos que permitam economia de água no uso doméstico, comercial e industrial, além das exigências de uso racional da água em novas obras e reformas, públicas e particulares.
10 ações para o médio e longo prazos
(necessárias para alcançarmos a meta de longo prazo)
 9 Transição para um novo modelo de gestão da água
Recomendamos a revisão do Plano Diretor da Macrometrópole, com ampla participação dos comitês envolvidos e sociedade, de forma a ampliar ações de recuperação de mananciais, incorporar a dimensão climática, e avançar no uso racional e reuso da água de forma a diminuir a necessidade de implantação de novas fontes de água.
- Concessão e regulação dos serviços de saneamento
Recomendamos aos municípios que realizem a revisão e aprimoramento de contratos de concessão de serviços de saneamento e arranjos de regulação dos serviços.
- Redução das perdas
Demandamos dos governos estadual e municipais, além das concessionárias de água, que apresentem e executem um plano de redução significativa das perdas de água ao longo da rede, tanto com vazamento quanto com desvios irregulares na distribuição. Os governos e concessionárias devem mostrar metas numéricas de redução das perdas e de investimentos para alcançar essa redução.
- Políticas de reúso
Cobramos dos governos estadual e municipais que apresentem e implementem uma política de reúso da água, dos esgotos e de aproveitamento de águas da chuva.
 - Comitês de bacia
Pedimos aos governos federal, estadual e municipais um plano concreto para o fortalecimento dos comitês de bacia.
- Recuperação e proteção dos mananciais
Cobramos dos governos estadual e municipais a apresentação de propostas para recuperação e proteção dos mananciais. Conscientes do déficit habitacional existente, pedimos aos governantes que debatam com a sociedade e se comprometam com medidas para conciliar o atendimento das justas demandas por mais moradia com a conservação das áreas ao redor de represas. Pedimos ainda que seja feito o debate com a sociedade e setor elétrico sobre a incorporação da Billings como manancial de abastecimento de água para a RMSP. 
- Recuperação florestal
Propomos aos governos estadual e municipais que apresentem uma política imediata de restauração de áreas degradadas e Áreas de Proteção Permanente (APPs) nas regiões de mananciais. Chamamos empresas e moradores instalados nessas regiões a participarem dessas ações, oferecendo áreas para restauração e buscando apoio técnico para a recuperação florestal.
 - Pagamento por serviços ambientais
Demandamos aos governos estadual e municipais que estabeleçam e implementem programas de PSA para recompensar quem mantenha, em suas propriedades, a floresta em pé.
 - Adaptação climática
Cobramos dos governos federal, estadual e municipais que apresentem planos de adaptação a extremos climáticos, como novas secas atípicas, e a mudanças mais duradouras nos padrões climáticos. Promover amplo processo de discussão sobre a provável influência de desmatamento em locais distantes dos centros urbanos consumidores de água, visando integrar medidas na esfera nacional. 
 - Coleta e tratamento de esgotos e despoluição dos rios urbanos
Exigimos dos governos estadual e municipais que promovam ações para acelerar as obras de urbanização, a retirada de população de fundos de córrego, a implantação de parques e áreas protegidas, a instalação de coletores de esgotos e estações de tratamento. Pedimos o debate sobre as alternativas técnicas para adoção de tratamento descentralizado de esgotos, reuso da água das ETEs e piscinões.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Casa passiva gasta menos energia do que um secador de cabelo


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A casa possui 290 metros quadrados.


Ter uma casa passiva em locais com clima ameno é muito mais simples do que em regiões em que as temperaturas chegam aos extremos. No entanto, a Sonya’s Newenhouse prova que é possível e os benefícios dessa escolha são enormes.
O maior exemplo do tamanho da eficiência da estrutura é o fato de ela necessitar de menos energia do que um secador para manter os moradores aquecidos. Para chegar a esse nível de eficiência em Wisconsin, um estado norte-americano que passa boa parte do ano debaixo da neve, o projeto arquitetônico foi essencial.
A casa possui 290 metros quadrados. Suas paredes possuem isolamento hermético, janelas e portas feitas com vidraças triplas e um projeto passivo estratégico que norteia todos os detalhes da construção. A aplicação permite que a residência seja até 90% mais eficiente que uma casa padrão.
O telhado da moradia é coberto por placas fotovoltaicas, que combinadas a quatro aquecedores, geram, em média, 1.300 watts de energia. Além disso, as grandes janelas permitem o maior aproveitamento da luminosidade natural.
Os móveis foram criados a partir de materiais reciclados ou provenientes do manejo sustentável de madeira. Não foram usadas porcelanas no projeto. Em compensação, os arquitetos utilizaram sistemas eficientes na gestão da energia e água. Todo esse cuidado rendeu ao projeto uma certificação alemã especificamente destinada às construções passivas.
O bem-estar dos moradores ultrapassa as paredes. A Sony’s Newehouse está localizada em um bairro tranquilo, em uma cidade predominantemente agrícola. Isso permite que os jardins abriguem hortas caseiras e também facilita a compra de produtos naturais, principalmente, orgânicos.
Designer britânico planeja cidade no fundo do mar


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Esta é a cidade dos sonhos de Pauley.

Depois de planejar uma floresta em meio ao deserto, o designer conceitual Phil Pauley projetou uma cidade no fundo do mar. A ideia vem sendo pensada há mais de 20 anos e agora tomou forma. O britânico ainda espera torná-la realidade.
Assim como no “Projeto Bioma Arábia”, a cidade subáquatica seria construída dentro de uma cúpula e teria seu próprio bioma interno. Dessa forma, o designer acredita ser possível replicar as condições ideais para a sobrevivência humana, mesmo estando no fundo do mar.
O fato de estar em meio ao oceano não significa que os moradores dependerão de navios ou submarinos para transportar alimentos e itens necessários para a sobrevivência. O projeto futurista foi pensado para ser autossuficiente. Os ecossistemas individuais devem suprir toda a demanda de ar e alimentos dos moradores.
A estrutura deve contar com uma biosfera de centro de apoio, uma cápsula de observação e espaços para habitação com capacidade para abrigar até cem pessoas.
Esta é a cidade dos sonhos de Pauley e, em declaração ao jornal britânico Daily Mail, ele explica que só tem pensado nesse projeto durante os últimos 20 anos. Inicialmente o designer teve contato com a Universidade do Arizona, nos EUA, mas o plano não seguiu adiante com a instituição e ele prosseguiu por conta própria.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Aprenda a fazer um relógio reaproveitando cápsulas de café expresso

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O CicloVivo se inspirou na dica do site espanhol “Reciclado Creativo”.


Ter uma máquina de fazer café, cappuccino e outras bebidas expressas é muito legal. Mas, a quantidade de resíduos gerados a cada xícara chega a ser um desperdício. Por isso, para evitar que esses resíduos sejam simplesmente descartados, o CicloVivo se inspirou na dica do site espanhol “Reciclado Creativo” em criar um relógio de parede decorado com os refis coloridos.
O material usado nas cápsulas é bastante resiste e, por serem coloridas a fim de diferenciar os tipos de bebida, elas nem precisam ser pintadas para ganharam um ar de descontração.
Como esta sugestão é uma variação do original espanhol, nós indicamos o uso de materiais reciclados ou de baixo custo.

Materiais:
- 24 Espetos de churrasco/pipa
- 24 cápsulas
- Um CD
- Cola
- Máquina de relógio
- Spray prateado
Como fazer:
Para começar é importante higienizar bem os refis e deixa-los secar. Eles serão usados na cor original. Os espetos podem ser pintados de prata, para darem a ideia de que são feitos de aço ou alumínio. Metade deles será mantida no tamanho original e os outros doze devem ser cortados pela meta.
Com cola quente, cole as cápsulas nas pontas dos 24 espetos e depois fixe-os na parte de trás do CD. A distância entre eles deve corresponder a 2,5 minutos no relógio. Portanto, comece colando os de meia-hora e hora completa e prossiga dividindo as distâncias pela metade.
Feito isso, instale a máquina de relógio e garanta que os ponteiros estejam na posição correspondente aos palitos e o relógio de parede estará pronto.


Chuveiro sustentável reutiliza 90% de água e 80% de energia





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Um novo chuveiro sustentável desenvolvido na Suécia é capaz de economizar 90% da água e 80% de eletricidade por métodos sustentáveis, além de filtrar a água fornecida para as residências por meio da rede de esgotos. Fora reduzir os preços nas tarifas de água e de energia, o novo sistema permite que as pessoas tomem banhos mais longos sem causar sérios impactos no meio ambiente.
Criado na Suécia, equipamento também filtra a água.
Criado na Suécia, equipamento também filtra a água.
Batizado de OrbSys, o chuveiro foi inspirado em tecnologias utilizadas por cosmonautas, e, de acordo com seus criadores, ele é capaz de gerar, para as residências, uma economia superior a mil dólares nas tarifas de água e energia. No site da empresa, o internauta pode estimar a economia média oferecida pelo sistema de acordo com a cidade em que vive – no Brasil, estão disponíveis os cálculos para São Paulo, onde o OrbSys traria uma diferença média de cerca de três mil reais ao fim do ano, considerando que quatro banhos de dez minutos são tomados diariamente na residência.
Além de filtrar e bombear a mesma água durante o banho, o sistema armazena a maior parte do aquecimento em seu interior, provocando uma significativa economia de eletricidade. “Com o meu chuveiro, que está em constante reciclagem da água, você só usaria cerca de cinco litros de água por um banho de 10 minutos. Em um banho regular, você iria usar 150 litros de água, 30 vezes mais. É muita economia”, enfatiza Merhdad Mahdjoubi, responsável pelo equipamento.
O novo chuveiro sustentável teve brilhante desempenho durante a fase de testes, em que se constatou que o sistema pode fornecer vazão de até 24 litros por minuto, os quais são reutilizados imediatamente no banho. Vale lembrar, também, que os modelos convencionais possuem vazão média de fluxo de água de 15 litros por minuto – o que faz os usuários do OrbSys tomarem uma ducha mais confortável e sem preocupações com o gasto excessivo do recurso.
O projeto foi apresentado pela primeira vez quando Mahdjoubi ainda estava cursando Desenho Industrial na Universidade de Lund, um dos mais influentes centros acadêmicos da Suécia. O inventor projetou o chuveiro em parceria com o Centro Espacial Johnson da NASA, que, na época, tinha por objetivo difundir novas tecnologias para expedições espaciais. Até agora, o chuveiro sustentável de alto desempenho não é comercializado.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Peugeot exibe carro com nome de pedra e feito de cobre e jornal




Conceito Onyx mostra novas tecnologias de motores e materiais.
Sedã 301 está fora da lista de estreias no Brasil, mas 2008 será feito no RJ.


Peugeot Onyx tem dois motores: um a combustão e outro elétrico (Foto: REUTERS/Christian Hartmann)

Peugeot revelou nesta quinta-feira (27), no primeiro dia do Salão de Paris, o conceito Onyx, um carro com carroceria de cobre e interior feito de jornal. Estranhou a combinação? A ideia é esta: destacar pesquisas da montadora francesa no uso de novos materiais.
O efeito do conjunto é inovador, pois mesmo as linhas futuristas trazem para perto uma futura realidade. O protótipo antecipa as linhas que atualizarão o portfólio da marca em 2013. Embora o cobre chame mais atenção ao ouvir a descrição, é o interior do carro que atrai a curiosidade. Ele é feiro com jornal prensado, formando uma nova liga rígida e reciclável, batizada pela Peugeot de Paper Wood (madeira de papel).

peugeot onyx interior (Foto: Divulgação)

O modelo também mostra os avanços da marca com sistemas híbridos. O grupo se orgulha de ter se especializado na combimação de motores a diesel com tração traseira e blocos elétricos. A saída reduz o consumo de combustível e emissão de poluentes - o diesel europeu é "limpo", vale lembrar.

Mas, além do lado ecológico, a Peugeot conseguiu se destacar pelo desempenho do carro.O Onyx traz sob o capô motor 3.7 V8 a diesel de 600 cv e tração traseira e um elétrico de 80 cv, alimentado por uma bateria de íon-lítio.

peugeot onyx (Foto: Eric Piermont/AFP)

A recarga é feita reaproveitando a energia dissipada nas frenagens. No entanto, o modelo não foi projetado para andar somente com o motor elétrico. Opção comum em muitos híbridos.
De acordo com a Peugeot, há estudos de custo para a montadora vender modelos com a tecnologia no Brasil, mas a legislação atual proíbe a venda de carros de passeio com motores a diesel. Até porque o diesel no Brasil ainda tem alta concetração de enxofre.
301 e 2008 para o Brasil
O novo sedã 301, feito exclusivamente para mercados emergentes, ainda não foi confirmado para o Brasil, mas tem tudo para assumir o lugar do 207 Passion e brigar com Renault Logan e Chevrolet Cobalt. Com amplo espaço interno e corajoso porta-malas, ele será vendido inicalmente na Argentina, Chile, China, Rússia, Turquia e alguns países do norte da África.
Mas quem vem animado mesmo é o 2008, versão SUV do hatch 208 - que chega ao Brasil no começo do ano que vem para concorrer com o Ford EcoSport e Renault Duster. O modelo será fabricado em Porto Real, no Rio de Janeiro, a partir do segundo semestre de 2013.
peugeot 2008 (Foto: Priscila Dal Poggetto/G1)

O Peugeot 2008 tem 4,14 metros de comprimento por 1,74 metro de largura, segundo a marca. A versão conceitual apresentada em Paris é equipada com um motor 1.2 litro de 3 cilindros, dotado de turbo e injeção direta de combustível, que alcança 110 cv – a fabricante, no entanto, não confirma sua aplicação no 2008 nacional.
A facilidade de se produzir localmente o 2008 e não o 301 é a plataforma. A do 2008 é a mesma do 208, mas a do 301 é uma outra. Ou seja, o sedã demandará espaço e investimento na fábrica. Para isso, terá de compensar nos cálculos de produção local, já que a importação o torna inviável.
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peugeot 301 (Foto: Priscila Dal Poggetto/G1)

sexta-feira, 24 de outubro de 2014


Máquina de fazer água criada por engenheiro vira 'arma' contra seca em SP


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Wateair

O engenheiro Pedro Ricardo Paulino desenvolveu uma máquina capaz de gerar 5 mil litros de água potável por dia através de um processo de condensação de alta eficiência que consegue captar a umidade presente no ar e a submeter a um processo de potabilização para o consumo humano.
Especializado em mecatrônica, Paulino é o criador da máquina "Wateair", a junção das palavras em inglês "water" (água) e "air" (ar), e desde 2010 vendeu 200 unidades do equipamento, que ganhou protagonismo nas últimas semanas devido à crise da falta d'água em São Paulo.
"Tudo o que a máquina precisa para funcionar é uma fonte de energia elétrica e a umidade do ar superior a 10% (recomendação mínima da Organização Mundial da Saúde, OMS)", explicou Paulino em entrevista à Agência Efe.
De acordo com o engenheiro, esta tecnologia absorve a umidade presente no ar graças a um "equipamento de alta eficiência"; condensa e filtra a água e, no último passo, o líquido passa por um processo para se tornar potável no qual recebe cálcio, magnésio, potássio e silício.
"Não faz diferença se o ambiente está poluído ou não já que no vapor de água não ficam partículas sólidas", acrescentou o engenheiro, que garantiu ter investido cerca de US$ 1 milhão do seu próprio bolso nos últimos quatro anos para desenvolver o aparelho.
A invenção é oferecida em duas versões: uma capaz de gerar 15 litros por dia, do tamanho dos típicos filtros de água para escritórios, e outra capaz de gerar cinco mil litros por dia.
"Antes, os clientes eram escolas ou pessoas que precisavam de água potável em menor quantidade. Agora, vendemos nossas máquinas a restaurantes e farmácias, por exemplo. Há uma grande variedade de clientes", destacou.
Segundo o seu inventor, a versão mais básica custa R$ 7 mil e a mais cara R$ 350 mil.
"Um dos nossos desafios é conseguir reduzir os custos. Estamos trabalhando para melhorar a eficiência dos nossos equipamentos e a eficiência energética. Outro problema que temos é a importação das peças. Temos que trazê-las de oito países diferentes e isso também influencia no preço", ressaltou.
Segundo Paulino, o preço de um litro de água produzida com sua máquina é de R$ 0,17. Este valor implica em que produzir um metro cúbico de água com a máquina custa R$ 170, enquanto a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) oferece esse mesmo volume por R$ 7,25.
De acordo com a edição 2014 do Relatório de Riscos do Fórum Econômico Mundial, a água representa o terceiro maior problema do planeta depois da crise fiscal nas principais economias mundiais e dos altos níveis de desemprego e subemprego.
Segundo um estudo apresentado este ano pela ONU sobre os recursos hídricos no mundo, cerca de 768 milhões de pessoas não têm acesso a uma boa fonte de provisão de água - aquela que protege apropriadamente a água da contaminação exterior. O mesmo relatório também prevê que a necessidade mundial de água (em termos de extração) crescerá 55% até 2050, devido ao aumento da demanda da produção (400%), geração de energia térmica (140%) e consumo doméstico (130%).
Ainda segundo essas previsões, mais de 40% da população global viverá em regiões com severos problemas hídricos.
Paulino garante que sua invenção pode resolver estes problemas se combinada a métodos usados na atualidade.
O engenheiro já recebeu, inclusive, uma encomenda de um país do Oriente Médio para implantar este sistema como substituto de uma turbina de dessalinização de água. A ideia é usá-lo como experiência para testar uma versão maior de sua invenção, capaz de gerar "milhões" de litros de água.
Curso gratuito em Santo André ensina transformar lixo em brinquedos


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Prática também envolverá mutirão para a construção de uma praça com brinquedos.

No próximo sábado (25), o município de Santo André (SP) recebe o curso “O lixo não existe em Taioca”, que tem como princípio utilizar o lixo como matéria-prima para a transformação de equipamentos urbanos. 
Os participantes vão revitalizar uma praça a partir dos sonhos da comunidade da Chácara Baronesa, que fica na divisa dos municípios de São Bernardo e Santo André, onde está uma das áreas verdes mais importantes das duas cidades, na sub-bacia do córrego Taioca. O objetivo é ocupar e transformar o espaço público pela comunidade, sem a necessidade de ações do estado. 
Promovido pelo projeto Células de Transformação, em parceria com organização Basurama, o curso é dividido em três módulos. No primeiro, que acontece em 25 de outubro, os participantes terão uma introdução a processos de mobilização comunitária e irão para a prática coletar os sonhos da comunidade.
O módulo seguinte, no dia 2 de novembro, ensinará técnicas para a construção de brinquedos a partir de materiais como pneus. No fim de semana seguinte, 8 e 9 de novembro, os participantes e a comunidade colocarão a mão na massa para construir os brinquedos na praça. As inscrições podem ser feitas até 30 de outubro no site do Células de Transformação
“Acreditamos no fortalecimento das causas socioambientais por meio da criação de espaços de cocriação entre pessoas, grupos e organizações. Por meio da mobilização comunitária, os moradores assumem juntos uma postura protagonista a respeito do seu próprio bairro”, explica Aline Roldan, fundadora e coordenadora do Células de Transformação, que desde 2013 atua na região da sub-bacia do córrego Taioca. Ao menos 75% das vagas são destinadas a moradores de São Bernardo e Santo André.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014


O céu ainda é azul, mas a Coca-Cola agora é verde



COCACOLA-LIFE

A Coca-Cola gastou milhões para associar sua marca à cor vermelha. Rótulos vermelhos, logos vermelhos e, claro, latas vermelhas.
Mas recentemente, em alguns lugares do Sul dos Estados Unidos e no Reino Unido, começou a vender um novo produto com rótulo ou latinha verde chamado Coca-Cola Life. A nova linha do refrigerante é uma versão da cola normal com menos calorias – sem ser light ou zero.
Para a Coca-Cola Life, verde é o novo vermelho.

Por que esta cor? Verde é a cor do refrigerante 7-Up. E da rede Starbucks. E do mascote da empresa de vegetais Green Giant.
A Coca-Cola abraçou o vermelho com tudo ainda nos anos 1980, com o slogan “Vermelho, branco e você”. Mas a Coca-Cola Life parece ter quebrado as regras do manual da marca – cujos refrigerantes nas versões light e não-light vêm decaindo em vendas.
Enquanto a bebida não for lançada nacionalmente nos Estados Unidos – a previsão é novembro –, executivos da Coca não revelarão as estratégias de marketing do novo produto. Quando a Coca-Cola Life estiver em todas as praças dos Estados Unidos, “poderá ser comprada em todos os formatos”, afirma a porta-voz Katie Condon. Isso significa em garrafas e também latas.
A grande questão de marketing não é se consumidores vão ou não comprar a Coca-Cola reduzida em calorias – argumento que anteriormente já não fez muito sucesso –, e sim se comprarão o refrigerante em garrafa com rótulo verde ou na lata da mesma cor.
A Coca-Cola Life já foi lançada – e alcançou algum sucesso – em países como Argentina, Chile, Grã-Bretanha, Suécia e México. A empresa se nega a revelar números de garrafas vendidas nas regiões americanas onde está disponível (Georgia, Carolina do Norte, Carolina do Sul, e Sul e Centro da Flórida).
Se você perguntar aos gurus das marcas – como nós fizemos –, parece que verde dá jogo.
Os especialistas em cores e marketing voltado para o mercado verde consultados por USA TODAYacreditam que a nova cor da Coca-Cola tem tudo para dar certo. Afinal, a bebida com menos calorias é adoçada com uma mistura de açúcar e estévia, e este último ingrediente é percebido como natural por ser derivado de uma planta.

“Pode parecer estranho porque estamos acostumados à Coca-Cola vermelha”, observa Kate Smith, presidente da Sensational Color, empresa de consultoria para cores. “Mas verde é a cor que associamos a natural e fresco. A escolha dessa cor parece reforçar que a estévia é um adoçante natural”, explica.
Enquanto o vermelho está cimentado na mente da chamada Geração X, o mesmo não ocorre para a Geração Y, a chave do mercado atual, analisa Smith.
Como a tendência da Geração Y é ficar longe de refrigerantes light e zero, a mudança do vermelho para o verde pode funcionar, conclui Leeann Leahy, presidente da The Via Agency, uma agência de publicidade em Portland, Maine. “O benefício do verde natural realmente se sobressai em relação a outras cores como azul, prateado e vermelho”, complementa ele.
O verde evoca não apenas a ideia de algo refrescante, mas também de saudável, revigorante e até nutritivo, de acordo com Leatrice Eiseman, diretor executivo do Pantone Color Institute. Mas ele avisa: “nada garante que o consumidor vai associar essas características mais saudáveis a um refrigerante”

Designer constrói cápsula flutuante para se proteger de tsunami





Catástrofes naturais são chocantes (e tudo indica que serão cada vez mais frequentes). Mas o tsunami que aconteceu em 2011 na cidade de Fukushima, no Japão, tocou Chris Robinson de maneira especial porque ele conheceu sua esposa no local, 20 anos antes. “Metade dos lugares que costumávamos frequentar não existe mais”, disse em entrevista para o site da revista Wired*.

Foi por isso – e pensando em salvar a própria pele e a da mulher – que Chris decidiu criar uma cápsula flutuante a prova de tsunami. O projeto inicial foi feito em Adobe Illustrator e o designer consultou engenheiros para provar sua resistência e flutuabilidade.
Com tudo aprovado, ele correu para o abraço e dedicou boa parte dos dois últimos anos à construção do Tsunami Ball* com as próprias mãos e no quintal de sua casa, na cidade de Palo Alto, Califórnia. Chris chegou a trabalhar 10 horas por dia!

Inteira de madeira, a cápsula tem 10 metros de largura, 22m de comprimento e 8.5m de altura e será preenchida com espuma flutuante. Além disso, receberá um motor elétrico e painéis solares que se conectam a baterias.

Para testar a funcionalidade da engenhoca e se tudo correr bem (ou seja, se todos os equipamentos forem inseridos na cápsula a tempo), Chris pretende embarcar em uma aventura pelo Oceano Pacífico no mês de maio.

Seu projeto não tem nada de altruísta já que ele não o criou pensando em “salvar a humanidade”, mas é tão genial que pode ser replicado com esse intuito.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Pesquisadores criam bateria que se recarrega em 1 minuto









As fabricantes sofrem com a consequência de seus hardwares cada dia mais poderosos em smartphones e tablets: a autonomia da bateria, que se tornou um verdadeiro diferencial para aqueles que suportam algumas horas a mais antes de descarregarem totalmente.
Seria interessante, no entanto, se as baterias pudessem reduzir drasticamente o tempo necessário para efetuar um nova recarga. De acordo com um relatório na Nature Nanotechnology, uma equipe de pesquisadores da University of Illinois criou um novo tipo de bateria, focando principalmente na redução da distância que os íons tem que percorrer antes de chegar dentro de um eletrodo.

A equipe de desenvolvimento criou uma bateria que é capaz de recarregar 75% da sua capacidade normal em apenas 2,7 segundos. Com apenas 20 segundos, o resultado seria de 90% da capacidade.
A boa notícia é que o processo, segundo os pesquisadores, é simples o suficiente para viabilizar seus uso na produção em massa. Contudo, no caso da produção em massa, o tempo seria um pouco maior: um minuto para 75% e 2 minutos para 90% da bateria.
Bom o suficiente? Esperamos que a tecnologia possa chegar logo aos novos celulares.

Lavar roupas sem água? O futuro dos eletrodomésticos



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A LG ainda mantem segredo da máquina de lavar que não utiliza água

Já imaginou lavar roupas sem usar uma gota de água, ou mesmo controlar seu ar-condicionado estando fora de casa? No que depender das novas tecnologias, o futuro é promissor.
A empresa sul-coreana LG, por exemplo, afirmou que já está concentrada na geração de aparelhos inteligentes e econômicos, os chamados smarts, até então vistos com mais frequência nas TVs. Prova disso, está no recente lançamento da tecnologia LG THINQ, no qual oferece um dispositivo que permite ao consumidor administrar seus eletrodomésticos de forma mais centralizada e conveniente.
A recente expectativa está na máquina de lavar roupas que não utiliza água. Mas, segundo o site Engadget, o projeto permanece em estágios iniciais de desenvolvimento e provavelmente vai ser um segredo ainda por algum tempo. O vice-presidente sênior da LG, Kevin Cha, não quis divulgar o “truque” da máquina.

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Enquanto esse aparelho é ainda um segredo comercial, a empresa já disponibiliza no mercado outros com novas funções e tecnologias. Um exemplo está no Styler (foto acima), apresentado na CES deste ano – maior feira de eletrodomésticos do mundo – um equipamento capaz de tirar odores e gomos de roupas sem utilizar detergente ou água.
A outra novidade está no protótipo de geladeira. Ela mantém o interior refrigerado por seis horas sem qualquer tipo de energia.

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Já o Hom-Bot da LG promete limpar uma casa com apenas um clique. O robô tira toda a poeira e ainda pode ser monitorado de qualquer lugar, graças às câmeras instaladas e à um aplicativo Android ou iPhone que permite acessá-lo remotamente. Ele custa US$ 899 dólares (cerca de R$ 1.800).

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A empresa Electrolux também investe em protótipos que unem tecnologia, economia e funcionalidade. Um deles está no vaporizador inteligente (foto acima), que faz toda a limpeza dos tecidos por meio de um scanner infravermelho. Tudo sem precisar molhar, torcer ou mesmo enxugar.

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Uma outra opção de aparelho do futuro, está na chamada Impress (foto acima), uma parede de refrigeração que mantém seus alimentos e bebidas à sua vista, e não por trás de portas fechadas. Além disso, a geladeira Impress não refrigera quando não há nada em seu interior, e usa menos energia quando há poucos itens.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Nokia planeja celulares que transformam barulho em energia

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Os ruídos do dia a dia podem gerar até 5 volts.


É possível que no futuro os celulares nem precisem mais de tomadas para serem recarregados. Se depender da Nokia e dos cientistas da Queen Mary University, em Londres, as baterias dos telefones móveis serão abastecidas com a eletricidade produzida a partir do som.
O sistema apresentado pela empresa finlandesa não é exatamente novo. Há quatro anos, um cientista coreano já cogitava usar o som para recarregar celulares. A proposta consistia em aproveitar o efeito piezoeletrônico das vibrações em eletricidade.
A proposta foi a mesma testada pelos cientistas da universidade britânica, mas com o auxilio de algumas mudanças, os resultados recentes foram muito superiores. Os pesquisadores usaram óxidos de zinco, um material piezoelétrico que ajuda a produzir correntes de eletricidade, quando submetidos a tensão mecânica.
Os testes foram feitos com a criação de uma folha especial, com a estrutura em plástico e revestida com o óxido de zinco. A seguir, os cientistas acrescentaram uma mistura de substâncias químicas não informadas e aqueceram tudo a 90ºC. Isso permitiu que o material gerasse uma variedade de nanorods, que aumentam de acordo com as ondas sonoras.
Para recolher essa tensão gerada, a folha foi prensada entre duas camadas de contato elétrico. Normalmente essa relação é bem sucedida com materiais feitos de ouro, mas a experiência deu certo com papel alumínio, o que deve baratear o processo.
A energia coletada foi testada em um aparelho Nokia Lumia 925 e é capaz de gerar até cinco volts todos os dias com os ruídos comuns, como o som do tráfego, vozes e música. O resultado é suficiente para recarregar um celular e muito superior às experiências anteriores, que alcançaram apenas 50 milivolts de energia.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Febraban e Instituto Akatu lançam aplicativo para ajudar na economia de água








A ferramenta faz parte do programa de educação financeira da entidade
Para ajudar o brasileiro a economizar água neste cenário de seca e ainda aprender a cuidar melhor desse recurso natural por toda a vida, a Federação Brasileira de Bancos – Febraban e o Instituto Akatu lançam o aplicativo inédito “Nossa Água”. O app é gratuito e foi desenvolvido para orientar as pessoas em relação ao consumo consciente da água, além de oferecer calculadora de banho, dicas para um consumo eficiente e game sobre vazamentos. A ferramenta faz parte do programa de educação financeira da entidade, o portal MeuBolsoemDia.com.br, e já está disponível para download no Google Play. 
O aplicativo marca o primeiro de uma série de ferramentas sobre consumo consciente que serão lançadas ainda este ano. Aplicativos como o Nossa Água garantem que informações sejam disseminadas de forma lúdica e clara aos consumidores sobre os impactos de suas escolhas de consumo, e por isso têm alto potencial de promover mudanças de comportamento. 
Além de dicas para a economia de água, o app oferece uma calculadora de banho, que contabiliza em litros o consumo de água conforme o tempo no chuveiro e ainda mostra um ranking do gasto em relação ao banho anterior. Se uma pessoa demora 40 minutos no chuveiro o seu gasto médio pode chegar a 200 litros, enquanto que um banho de 10 minutos gasta 50 litros de água. O app ainda elogia aqueles que economizam e adverte quando o consumo é maior. 
Outra utilidade do app está no jogo “O Encanador”, em que o usuário deve emendar vazamentos nos canos até que todas as extremidades estejam ligadas para a água fluir livremente pela tubulação. Em cada fase do jogo, o participante recebe uma dica de economia e pode optar por ler mais sobre o assunto e compartilhar nas redes sociais. As dicas são simples e lúdicas, mas a diversão do jogo é mesmo desafiar os amigos para uma atitude sustentável, uma vez que o game tem conexão com redes sociais é possível interagir e competir com os amigos através do ranking de participantes da sua rede de contatos.
O aplicativo é simples de usar e já está disponível para download gratuito no Google Play/Play Store. No momento o app está liberado para aparelhos smartphones da versão Android, mas até o fim do ano será possível baixar no iOS e Windows Phone. A ferramenta também oferece dicas de economia de água que podem ser lidas no próprio aplicativo, na web e ainda compartilhadas nas redes socais.