POLPA MOLDADA

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Polpa Moldada

terça-feira, 30 de setembro de 2014

TECNOLOGIA DE SEPARAÇÃO BASEADA EM SENSORES PARA A RECICLAGEM MODERNA DOS VEÍCULOS FORA DE USO





Os sistemas de separação baseada em sensores da TOMRA Sorting Recycling permitem recuperar matérias-primas secundárias, aumentar a pureza dos produtos e separar impurezas, recuperando em até 95% metais como alumínio, aço inoxidável, cobre, fios ou bronze. Esta avançada tecnologia oferece à indústria brasileira de reciclagem de veículos a oportunidade de recuperar com facilidade, precisão e elevada rentabilidade as matérias-primas mais preciosas, impulsionando o crescimento necessário ao setor.

Economia de matérias-primas, menor contaminação ambiental e grandes oportunidades de negócios. São três razões de peso para reciclar veículos fora de uso (VFU ou ELV  “End of Life Vehicles”), um tema ainda pouco abordado no Brasil, onde apenas 2% dos componentes dos veículos em fim de vida são recuperados, de acordo com dados do Sindicato do Comércio Atacadista de Sucata Ferrosa e Não Ferrosa do Estado de São Paulo-SP (Sindinesfa).

Com uma frota de automóveis que já superou 40 milhões de veículos, o mercado automotivo brasileiro está em constante crescimento. Simultaneamente, há carros, motos, ônibus e caminhões velhos, abandonados ou apreendidos que se amontoam em depósitos de sucatas e nos pátios dos Departamentos de Trânsito. Este cenário piora se acrescentarmos a quantidade de veículos obsoletos que continuam a circular de maneira perigosa e altamente poluidora, em especial os mais de 230.000 caminhões acima dos 30 anos ainda em atividade.

Por isso, tanto a renovação de frotas quanto a reciclagem dos veículos não utilizados constituem, de fato, uma prioridade para o país. Tais veículos não representam apenas um perigo ambiental e físico, mas também uma grande perda, já que toda essa matéria-prima poderia regressar à cadeia produtiva, gerando postos de trabalho e fazendo crescer a economia brasileira.

O setor brasileiro de reciclagem de veículos crescerá em 2014

Apesar da legislação ainda insuficiente, a reciclagem dos VFU no Brasil é um mercado ativo e considerado um negócio com futuro. As empresas de reciclagem de caminhões preveem um crescimento de 20% nos lucros do setor em 2014 e, por isso, insistem na implementação do Programa Nacional de Renovação da Frota de Caminhões, que permitirá manter esse crescimento no futuro.  Com este mesmo objetivo, está em curso um projeto para a construção de um grande Centro de Reciclagem de Veículos de alta tecnologia em Belo Horizonte, Minas Gerais, que deverá estar operacional em 2015.

De acordo com os dados do Sindinesfa, no Brasil existem cerca de 10 milhões de veículos aptos para a reciclagem. Isto significa cerca de 5 milhões de toneladas de sucata de metais ferrosos, o material mais abundante em um automóvel. Ainda assim, um veículo é muito mais do que ferro, sendo possível recuperar outros materiais como plástico, borracha e vidro, bem como materiais de alto valor industrial, como metais não ferrosos - cobre, bronze, latão, alumínio e zinco, por exemplo.  Isso sem contar as placas de circuitos impressos e cabos elétricos, que são recursos muito preciosos: servem para a produção de novos veículos e o seu valor no mercado é mais elevado que o das misturas de materiais ferrosos recuperadas.

A reciclagem de metais não ferrosos é cada vez mais importante em termos de rentabilidade. No caso do alumínio, por exemplo, um dos recursos primários mais caros e difíceis de obter, a proposta de recuperação é ainda mais atrativa, já que existe uma enorme procura de alumínio no mercado e, além disso, a reciclagem permite poupar até 90% dos custos energéticos que a sua extração implica.


Sistemas modernos de separação por sensores, elevadas capacidade, eficiência e rentabilidade

Enquanto no passado era comum recuperar apenas os metais ferrosos do triturador, a reciclagem moderna de VFU vai além da separação do ferro, segregando metais não ferrosos e componentes metálicos, como fios de cobre e placas de circuitos impressos.

Os processos tradicionais de fragmentação de veículos podem reciclar uma porcentagem elevada de metais ferrosos e não ferrosos da carroceria dos carros triturados; no entanto, os resíduos que seguem para descarte ainda contêm até 20% de metais não ferrosos e aço inoxidável. Isto representa uma grande oportunidade de negócios, pois ainda é possível recuperar muitas matérias-primas que, atualmente, são colocadas em depósitos controlados.

Para atualizar a atividade de reciclagem de VFU no Brasil e recuperar todos esses metais valiosos, são necessárias não apenas mais fábricas, mas também tecnologias mais eficientes, que contem com sistemas de separação modernos, capazes de recuperar o máximo de recursos possível com uma qualidade elevada, minimizando ao mesmo tempo os custos de tratamento e eliminação. Entre os sistemas mais inovadores destaca-se a tecnologia de separação baseada em sensores da TOMRA Sorting Recycling, como o TITECH finder que detecta, através do sensor eletromagnético, as menores partículas de metal, entre elas cabos elétricos, fios de cobre ou placas, obtendo concentrados de metais não ferrosos com elevado grau de pureza e frações sem metais.

Quer seja em instalações novas ou em expansões de fábricas já existentes, estes equipamentos avançados de separação com sensores são instalados nos trituradores depois dos separadores por Correntes de Foucault, para recuperar todos os metais que este último não consegue separar. A excelente combinação dos diferentes sensores da TOMRA permite o funcionamento em turnos separados e com diferentes programas, recuperando até 95% das frações de metais como aço inoxidável, cobre, fios ou bronze.

A recuperação definitiva dos valiosos fios de cobre

Os equipamentos da TOMRA Sorting Recycling adaptam-se a aplicações especiais de separação de metais, criando uma solução tecnológica adequada a cada tarefa de separação. Um exemplo disso é a reciclagem de fios de cobre, que aparecem tanto na fração pesada quanto na fração leve do triturador.

As tecnologias convencionais de separação não permitem obter frações de um único material concentrado de cobre e fio com pureza elevada; no entanto, o TITECH finder [poly] não somente detecta frações de metal muito finas, através de um sensor eletromagnético de elevada sensibilidade (EM), como seu sensor adicional de infravermelhos próximos de alta resolução (NIR) também pode identificar a camada de polímero de isolamento de PVC, PP, PE ou borracha.  Ambos os sinais em conjunto permitem identificar um fio sem erros.

Outro exemplo de novos processos no  triturador seria a combinação do TITECH x-tract e do TITECH combisense, o qual, por um lado, pode converter uma fração do separador de Foucault (chamada Zorba) em uma fração de alumínio de valor elevado e, por outro, em uma fração de metais pesados altamente enriquecidos depois de passar pelos dois equipamentos. Isto sem aplicar processos de flotação e passando primeiro por um sensor de raios X, capaz de separar de acordo com a densidade atômica, obtendo uma fração que, por sua vez, se pode dividir em frações separadas de cobre, bronze, zinco e aço inoxidável, através da separação por cor e em diferentes passagens pelo TITECH combisense.

Tal como em outros países vizinhos, a tendência no Brasil é implantar medidas de sustentabilidade que obrigarão fabricantes e consumidores a serem responsáveis pelos produtos no final da sua vida útil, quer sejam veículos, eletrodomésticos ou outros objetos recicláveis. A tecnologia de separação por sensores da TOMRA Sorting Recycling oferece à indústria brasileira de reciclagem de metais a oportunidade de recuperar, com facilidade e precisão, as matérias-primas secundárias e impulsionar esse crescimento que já se vislumbra. 

Famosos se unem para chamar atenção ao saneamento básico nas redes sociais




A ação faz parte do projeto “Vim para Unicef”.
Objetivo é ajudar a garantir acesso à água de qualidade e saneamento adequado às crianças e adolescentes em escolas de Educação Básica do Semiárido Brasileiro (divulgação)
“Eu não colocaria meu filho em uma escola sem água ou banheiro, mas mais de 450 mil crianças que estudam no semiárido não tem escolha”. Uma campanha nas redes sociais, com frases como esta, tem chamado atenção dos internautas. Com a hashtag #juntospelosaneamento, celebridades como Bernardinho, Fernanda Venturini, Mauricio de Sousa, Rosana Jatobá e Mariana Belém, entre vários outras, compartilharam em seus perfis a importância de se levar água de qualidade e saneamento básico para as crianças do semiárido brasileiro. Atualmente, segundo dados do Ministério da Educação, 450 mil crianças e adolescentes não possuem água de qualidade e saneamento adequado.
A ação faz parte do projeto VIM PARA UNICEF uma parceria global entre Unilever e Unicef que tem colaborado com a melhoria do saneamento em regiões onde o acesso a ele é crítico ou inexistente. Desde seu lançamento, em 2012, o projeto já ajudou cerca de 600 mil pessoas, em países como Gambia, Gana, Nicarágua, Nigéria, Paquistão, Filipinas, Sudão e Vietnã. No Brasil, as doações são feitas diretamente ao UNICEF, que, pela primeira vez, incluiu o acesso à água de qualidade e ao saneamento adequado nas escolas de Educação Básica como uma das prioridades do Selo UNICEF Município Aprovado.
Segundo relatório apresentado neste mês pela relatora especial da Organização das Nações Unidas para o Direito à Água e ao Saneamento, Catarina de Albuquerque, cerca de 77 milhões de brasileiros não tem acesso contínuo à água de qualidade. Regiões como o Norte e o Nordeste são as que mais sofrem com este cenário. Na região Norte, 31% da população ainda não possui fornecimento adequado de água, seguida pela região Nordeste, com 21,5% de sua população.



segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Lunelli Têxtil mostra moda sustentável com performance



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Patrocinadora da primeira edição do SP.ECOERA, evento realizado em São Paulo, entre os dias 28 e 29 de setembro, que visa discutir novas conexões para economia criativa,  sob uma perspectiva sustentável, a malharia catarinense Lunelli Têxtil mostrou seu engajamento socioambiental através de uma performance. Feitos com fibras recicladas de PET e retalhos, os turbantes fashion instigaram “um novo pensar a moda”, durante instalação exibida na Escola São Paulo de artes visuais.
Uma das empresas do setor têxtil a ter a certificação ISO 14.001 por seu comprometimento com a preservação do meio ambiente, a Lunelli apoiou o projeto “Crochando Seu Universo”, desenvolvido  pelas designers Cris Bertoluci, Tainá Denardi e Mari Peres Bernauer  que transformaram sobras de malhas  em arte. Foi realizado também  durante o evento a  “Oficina de Turbantes”, com a participação das consultoras  Chiara Gadaleta e Kátia Fridrich, do WGSN, que falaram sobre tendências e  técnicas de confecção com produtos sustentáveis. 
 
Empresa verde 
O SP.ECOERA foi idealizado e organizado por Chiara Gadaleta, que há sete anos criou o movimento “Ser sustentável com Estilo”. Durante sua palestra, ela ressaltou a importância da indústria têxtil desenvolver produtos que tenham glamour, beleza e estilo, mas que estejam em conformidade com o novo milênio. “Ecologia é um tema cada vez mais recorrente na sociedade e a moda está inserida neste contexto. Entretanto, não se pode ignorar o lado comercial da indústria, que precisa vender e ser rentável, daí o principal desafio dos criadores é desenvolver produtos sustentáveis sim, mas que tenham também apelo de moda e diferencial”, sustenta a consultora, elogiando a participação da Lunelli no evento: “É uma das patrocinadoras oficiais dessa primeira edição do SP.ECOERA, por sua força e engajamento socioambiental. A Lunelli sabe unir moda e sustentabilidade como toda a beleza de seus produtos”. Entre os clientes atendidos hoje pela Lunelli estão grandes marcas e estilistas como Cori, Carina Duek, Cavalera, Leloo, Tuart, Hit, Espaço Fashion, 284, Le Lis Blanc, Osklen e Iodice, entre outros.
O diretor-presidente da empresa, Denis Luiz Lunelli, também presente no evento, destacou que a empresa cultiva a filosofia ambiental, desde 1991, quando foi implementada a malharia. Oriunda do grupo Lunender, confecção  com 31 anos de mercado e também pertencente à mesma família em Santa Catarina, a indústria produz 1 milhão de quilos de malhas e utiliza fios de algodão orgânico e fibras de poliéster recicladas de PET para uma de suas linhas de produtos.  A empresa também fabrica malhas com fibras de viscose, algodão e poliéster. “Nosso compromisso socioambiental não está só nos produtos que desenvolvemos, mas em nosso processo produtivo, na forma como treinamos nossos funcionários e como nos relacionamos com o ambiente e com as comunidades em torno da nossa fábrica”, diz orgulhoso o empresário. Segundo ele, a  Lunelli Têxtil mantém o Sistema de Gestão Ambiental - SGA, certificado pela ISO 14001 desde novembro de 2006, que, a partir de um Comitê específico, planeja, coordena e gerencia todos os impactos relacionados ao meio ambiente.  “Acreditamos que a sustentabilidade depende do equilíbrio entre a utilização dos recursos e a limitação dos mesmos, pois assim se torna possível produzir com harmonia, mantendo as perspectivas de desenvolvimento”, acrescenta Viviane Lunelli, também sócia-diretora da empresa.
O grupo têxtil catarinense já recuperou 863 m² de margens dos rios que circundam suas instalações, realizou  o plantio de 2.700 mudas de árvores frutíferas e nativas na região e ainda mantém, desde o ano de 2002, o Projeto de Educação Ambiental “Preservar é Amar”, realizado com alunos de escolas públicas do Município de Corupá.


Já pensou em montar seu próprio smartphone? Aparelho desmontável será lançado em 2015


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O Google acaba de desenvolver um projeto, no mínimo, ambicioso: criou um smartphone desmontável. Segundo a gigante das buscas, o celular deve chegar ao mercado já em 2015.
É sabido que os recentes avanços tecnológicos têm permitido que os novos celulares proporcionem cada vez mais facilidades para o nosso dia a dia, no entanto, uma pesquisa recente, realizada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC) concluiu que o tempo médio de vida útil do celular para o brasileiro não chega a 3 anos e dificilmente supera 5 anos.
O que motiva a troca dos aparelhos, em grande parte, não tem sido o mau funcionamento, mas a obsolescência dos produtos devido à atualização tecnológica. Segundo a pesquisa, 1 em cada 3 celulares são trocados por falta de funcionamento, sendo o restante substituído mesmo sem apresentar defeitos.
Com o objetivo de que os consumidores reaproveitem ao máximo os aparelhos adquiridos, além de tentar reduzir o acúmulo de lixo eletrônico no mundo, o Google investiu na criação dos smartphones “desmontáveis”. Os aparelhos são montados a partir de blocos que, encaixados, se transformam no telefone.
Os telefones em blocos devem rodar a última versão do sistema operacional Android, que deve ser lançada em dezembro.

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Com o smartphone desmontável, os usuários serão capazes de personalizarem o aparelho conforme a sua vontade. Além disso, o tempo para reposição por modelos mais novos deve ser aumentado, permitindo que os consumidores demorem mais para precisar comprar um novo produto. Isto porque, será possível trocar partes separadas do produto, como processador ou câmera por itens mais modernos.
Atualmente, os smartphones precisam ser trocados a cada dois anos, mas com o novo produto estima-se que esse tempo poderá ser estendido e chegará a seis anos.


quinta-feira, 25 de setembro de 2014

São Paulo tem o primeiro prédio hospitalar a receber o selo AQUA no Brasil


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As opções sustentáveis também melhoram as condições oferecidas aos pacientes em tratamento.

O Instituto de Oncologia Santa Paula (IOSP) acaba de receber a certificação AQUA-HQE (Alta Qualidade Ambiental) por sua operação e uso sustentáveis. Depois de um ano de avaliação contínua, o IOSP é o primeiro edifício hospitalar do Brasil a apresentar as condições ideais de operação sustentável para receber pacientes para o tratamento de câncer por essa certificação.
“A sustentabilidade permeia os nossos processos principalmente no que se refere aos cuidados com o paciente e o ambiente no qual vamos atendê-lo. Entendemos que, além de oferecermos os melhores equipamentos e a melhor equipe médica, também devemos estar em harmonia com o meio ambiente”, afirma Dr. George Schahin, presidente do Hospital Santa Paula.
Para conquistar a certificação AQUA-HQE o hospital contou com a consultoria de sustentabilidade de uma empresa especializada neste tipo de trabalho. O projeto recebeu o nível excelente em nove categorias. Segundo Luiz Henrique Ferreira, diretor da Inovatech, o hospital é “uma referência em sustentabilidade no uso e operação, uma vez que o requisito mínimo para certificação eram três categorias em nível excelente”.
Entre os benefícios da certificação para os usuários destacam-se aspectos relevantes para pacientes em tratamento de câncer. Pessoas em quimioterapia que precisam, por exemplo, permanecer em infusão por quatro horas, três vezes por semana, ficam afastados de espaços com potencial para emissão de odores, evitando incômodos a esses indivíduos naturalmente mais sensíveis e propensos a enjoos e náuseas.
Veja abaixo as soluções aplicadas no projeto:
Relação do edifício com o entorno
Concepção do edifício de forma a facilitar o acesso para conservação das fachadas, telhados, proteções solares e esquadrias. Identificação das fontes de exposição eletromagnéticas de baixa frequência presentes nas proximidades do terreno.
Escolha integrada de produtos, sistemas e processos construtivos
Partido arquitetônico para melhorar a iluminação e ventilação naturais. Simplicidade na concepção dos equipamentos e facilidade de acessos às áreas técnicas.
Canteiro de obras com baixo impacto ambiental
Instrumentos para a realização da gestão dos resíduos de conservação e manutenção de forma a garantir sua valorização, quando possível.
Gestão de energia
Acompanhamento mensal do consumo de energia elétrica e uso de equipamentos eficientes.
Gestão da água
Utilização de equipamentos economizadores de água, como a válvula de descarga de duplo-fluxo. Acompanhamento diário do consumo de água, por meio de anotação do consumo indicado no hidrômetro.
Gestão dos resíduos de uso e operação do edifício
Política Interna de Reciclagem inserida no planejamento estratégico de sustentabilidade do Hospital Santa Paula. Triagem de resíduos facilitada nos diversos pontos de geração e sua estocagem e destinação final planejada. Reaproveitamento e reciclagem dos resíduos sempre que possível. Estabelecimento de um programa de gestão de resíduos sólidos em concordância com a legislação para os resíduos hospitalares.
Manutenção – Permanência do desempenho ambiental
Formalização do sistema de gerenciamento das operações e manutenções do Hospital Santa Paula, que garantem o desempenho ambiental. A manutenção corretiva é possível no edifício durante 24 horas e nos sete dias da semana, segundo procedimentos existentes.
Conforto higrotérmico                                                          
Partido arquitetônico para melhorar o conforto higrotérmico nos ambientes. Os espaços de ocupação permanente possuem conforto térmico assegurado pelos sistemas instalados, não havendo a necessidade de tratamento específico para as condições de inverno.
Conforto acústico
Os espaços mais sensíveis aos ruídos estão afastados das fontes emissoras de ruídos e o auditório recebe isolamento acústico apropriado.
Conforto visual
Área administrativa com acesso a iluminação natural e dispositivos que evitam o ofuscamento.
Conforto olfativo
Os espaços com potencial para emissão de odores ficam localizados afastados das áreas com pontos de trabalho fixos, evitando incômodos. O edifício ainda é equipado com equipamentos de exaustão e ventilação, que garantem as trocas de ar em frequências adequadas.
Qualidade sanitária dos ambientes
As zonas com condições específicas de higiene são os sanitários e área de resíduos. Todos possuem revestimento cerâmico e ponto de água de forma a garantir a eficiência das rotinas de limpeza.
Qualidade sanitária do ar
Ventilação dos espaços assegurada pelos sistemas de exaustão, ventilação e condicionamento de ar instalados. As rotinas de manutenção contidas no PMOC para o sistema de climatização e as análises do ar favorecem a qualidade do ar interior.
Qualidade sanitária das águas
As redes do sistema hidráulico são protegidas e possuem cores diferenciadas para organização. Garantia da qualidade das águas de abastecimento e análises periódicas dos pontos de consumo.




Recicláveis e Biodegradáveis, os produtos em Polpa Moldada são hoje os mais conceituados deste segmento. 




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Mascaras em Polpa Moldada







Luminária "Ovo" - feita com polpa de caixa de ovos moldada









Papel de polpa moldada vasos de flores





Polpatec








quarta-feira, 24 de setembro de 2014

O perigo do descarte irregular realizado por empresas




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Os resíduos produzidos por empresas são os mais agressivos ao meio ambiente. Não só pelo volume, mas, também, porque possuem uma grande quantidade de produtos químicos – muitas vezes tóxicos – em sua composição.
Quando esse lixo é despejado no mar ou rios, o impacto é devastador. A vida presente nesses ecossistemas não tem para onde correr. E, para agravar, isso afeta toda a fauna e flora dependente daquele lugar, fazendo desaparecer espécies, gerando fortes desequilíbrios ecológicos.
Exemplo disso é o rio Paraíba do Sul – um dos responsáveis pelo abastecimento do Rio de Janeiro e São Paulo – ficou em 9° lugar, segundo uma pesquisa do IBGE, sobre os rios mais poluídos do Brasil. De acordo com a ambientalista Rita Souza, isso se deve à forte presença de metais pesados e produtos químicos em suas águas. Mas, além das empresas, é preciso também que as pessoas se conscientizem.
Descarte irregular de lixo
Foto mostrando o descarte irregular de lixo realizado por empresas
Não só a vida selvagem sofre com isso. Infelizmente não é preciso procurar para se constatar casos de descarte irregular de resíduos, inclusive o lixo hospitalar. Esse tipo de resíduo é altamente perigoso e pode transmitir sérias doenças para quem entra em contato com ele.

Descarte de lixo eletrônico

Segundo a Step – aliança entre a Organização das Nações Unidas (ONU), empresas, governos e organizações não governamentais – o volume de lixo eletrônico chegará a 65,4 milhões de toneladas. Atualmente, a marca se encontra em 49 milhões de toneladas. O ranking dos que mais geram resíduos é liderado por Estados Unidos e China.
No America Latina, Brasil e México são os mais poluentes. O cenário do lixo eletrônico no Brasil, como já foi abordado aqui no blog, é impulsionado pela facilidade na aquisição de eletroeletrônicos. O lixo eletrônico produzido no Brasil é de 7 quilos por habitante.
Os Estados Unidos – veteranos no problema de lixo eletrônico – reciclam boa parte do lixo eletrônico produzido. Segundo dados de 2010, o país reutilizou 258,2 milhões de itens, como computadores, televisões e telefones celulares, e muitos deles vêm parar aqui.

Empresas estão se conscientizando

Em contramão à irresponsabilidade, o discurso ecológico se faz presente. Empresas de vários segmentos estão começando a olhar para o meio ambiente. É o que afirma Gelma Reis, sócio fundador da Ética Ambiental, empresa de consultoria ambiental do Rio de Janeiro. “Cada vez mais empresários estão percebendo que prejudicando o meio, eles se prejudicam. É muito bom ver o discurso sobre sustentabilidade e ecologia tomando cada vez mais espaço.”
No entanto, é sempre importante lembrar que o descarte responsável de materiais não deve se limitar a empresas. Todos nós podemos fazer algo para ajudar a reduzir o impacto que exercemos sobre o meio ambiente.



Sistema avisa quando ônibus vai chegar ao ponto em São Carlos, SP


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Tecnologia reduz tempo de espera e ajuda portadores de deficiência.
Todos os 1,2 mil pontos da cidade estão cadastrados no Busalert.



Um sistema de envio de mensagens de textos e áudio através de um aplicativo de celular vai ajudar a diminuir o tempo de espera no ponto de ônibus em São Carlos (SP). A tecnologia permite saber quando o ônibus vai chegar ao ponto e ainda avisa aos motoristas se haverá deficiente visual ou físico.
Para ter acesso aos dados é preciso se cadastrar no Busalert. O serviço desenvolvido para São Carlos permite que as mensagens sejam enviadas em texto e também em som.
Agora, todos os 1,2 mil pontos estão cadastrados. Uma placa com número e identificação em braile para ajudar pessoas com deficiente visual está instalada em 400 deles.
O aposentado Ailton Alves Guimarães, que é deficiente visual, cadastra o ponto e o número da linha ônibus. O motorista da linha recebe um aviso em um aparelho. Nele, tem o tempo para a chegada e até a indicação se o passageiro é deficiente.
Para Guimarães, a mudança facilita muito o deslocamento. “Dá uma autonomia para o cego pegar um ônibus em São Carlos. Antes a gente ficava no ponto, as pessoas não ajudavam e o ônibus passava”, disse.
Aplicativo informa o horário em que ônibus estará no ponto em São Carlos (Foto: Reginaldo dos Santos / EPTV)Aplicativo informa o horário em que ônibus estará
no ponto (Foto: Reginaldo dos Santos / EPTV)
Desde junho, o serviço permitia apenas o aviso ao passageiro e não ao motorista. A secretária de Transporte e Trânsito, Regina Romão, disse que uma campanha vai explicar melhor essa expansão do serviço. “Vamos começar com a divulgação efetivamente para a população e pretendemos implantar com todo o potencial que ele permite.
Cerca de mil pessoas já estão cadastradas no sistema do Busalert. Para o diretor da empresa responsável pelo projeto, Sérgio Soares, o sistema pode ser levado a outras cidades. “A ideia do Busalert é que ninguém fique mais no ponto de ônibus esperando, porque não tem nada mais chato no mundo do que você ficar esperando no ponto de ônibus. Você pode estar aproveitando o seu tempo no trabalho, na escola, em casa com os filhos, qualquer coisa menos esperar no ponto de ônibus”, disse.
Funcionamento do sistema
O Busalert funciona em qualquer celular, pré ou pós-pago, com capacidade de acesso a pacotes de dados, que utilize a linguagem de programação Java, ou tenha os sistemas operacionais Android e Windows ME.
Para utilizar o Busalert é necessário ter um pacote de transmissão de dados habilitado para o aparelho celular e que utilize a linguagem de programação Java, ou tenha os sistemas operacionais Android e Windows ME.
Para baixar o programa o usuário deverá mandar um torpedo (SMS) de acordo com o sistema operacional de seu celular. Para celulares que rodem jogos ou programas em JAVA deve ser enviada a frase Instalar Busalert Java, para o sistema operacional da Google muito comum nos celulares mais novos a frase é  Instalar Busalert Android e para o sistema tradicional para alguns modelos Instalar Busalert Windows. Em seguida o Sistema retornará ao usuário uma mensagem com o link para efetuar a instalação, ou o telefone do Suporte, caso tenha alguma dificuldade na instalação.

Os telefones para envio de SMS, de acordo com cada operadora, são: TIM (16) 8168-4444, Vivo (16) 9717-2277, Claro (16) 9342-7500, Oi (16) 8836-8888 e CTBC (16) 9996-6999. O usuário pode escolher qualquer telefone, de qualquer operadora. Em geral, SMS para a mesma operadora costuma ser mais barato. Esta operação é executada apenas uma vez e não há custo para utilizar o Busalert, apenas o uso normal do seu celular. O SMS é enviado apenas uma única vez na instalação.
Depois de baixar e instalar o programa, para utilizá-lo basta inserir o número da linha de ônibus desejada, ou das linhas e o número do ponto de parada de ônibus, onde o usuário se encontra. O sistema informa na tela do celular a distância, o tempo estimado de chegada e o número de pontos que o ônibus se encontra, naquele momento, até o ponto onde o usuário informou. Não é necessário estar no ponto para receber esta informação.
Caso o usuário tenha dúvidas ou não consiga instalar o programa ele ainda poderá consultar o Suporte do Grupo Criar pelos telefones 0800-942-9422 ou (16) 3512-9000, ou acessar o sitehttp://busalert.com.br/. No caso de contato via telefone é importante que se faça a ligação de outro aparelho para poder operar o celular onde será instalado o Busalert.
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Aplicativo Busalert já está funcionando em São Carlos (Foto: Reginaldo dos Santos/EPTV)


terça-feira, 23 de setembro de 2014

Além de lindas, econômicas, já que usam tecnologia de LED, e sustentáveis, feitas com material 100% reciclável


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Assim como fez na moda, Issey Miyake usou  volumes, plissados e dobraduras para criar suas luminárias
Esta novidade, com certeza, a saudosa Janete Costa iria gostar de conhecer. O japonês Issey  Miyake, um ícone no universo da moda e estilista predileto da arquiteta pernambucana, levou seus plissados e dobraduras para o mundo do decor.
As peças são dobráveis e armazanenáveis

O resultado são lindas luminárias, lançadas pela badalada grife Artemide.  A coleção foi batizada de IN-EI, sombras e nuances em japonês, e explora volumes, sombras, nuances e formas em peças pendentes e de mesa.
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 Todas as luminárias partem de um único pedaço de tecido feito a partir de garrafas de plástico recicladas, recortado, dobrado e costurado para dar forma aos objetos luminosos. São quatro peças, todas em branco, com cúpulas que utilizam a geometria 3D e podem ser dobradas e armazenadas quando não estão em uso. A coleção é resultado de uma parceria do artista com o laboratório R&D.
Além de lindas, econômicas, já que usam tecnologia de LED, e sustentáveis,  feitas com material 100% reciclável

A base do projeto é o tecido derivado de materiais inteiramente reciclados e luz de difusão que funciona de forma muito interessante, já que se trata de uma fibra feita a partir de garrafas PET. As garrafas são processadas, usando uma tecnologia inovadora que reduz o consumo de energia e as emissões de CO2 em até 40% .
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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Coleta de lixo em Barcelona





Sistema de coleta de lixo subterrâneo já é realidade em pelo menos 50 cidades européias



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Sim, isso existe. Um sistema inodoro, onde bocas de lixo são conectadas a um gigantesco sistema de tubulação a cerca de cinco metros da superfície. Essa tubulação suga o lixo, cada tipo por vez, 24 horas por dia.
O lixo vai até um centro de coleta, geralmente instalado na periferia da cidade, onde entra diretamente em um contêiner, que depois de cheio é transportado para uma usina de triagem, ainda mais afastada da cidade. Plásticos, latas e papel são reciclados. O lixo orgânico vira combustível para mover turbinas que produzem eletricidade.

O sistema evita o mau cheiro, o acúmulo de lixo nas ruas e não precisam circular caminhões de coleta de lixo. Sem dúvida impressionante. Mas aí fica a pergunta, quando isso tudo chegará ao Brasil?

Veja a reportagem completa no vídeo:





domingo, 21 de setembro de 2014

Dia da árvore é lembrado com programação especial no Bosque


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Visitas monitoradas por especialistas apresentou a flora do espaço.
Belém abriga cerca de 120 mil árvores.


Dia da Árvore foi celebrado numa programação especial no Bosque Rodrigues Alves, uma das principais áreas de preservação do Pará. (Foto: Divulgação/ Alessandra Serrão - NID/Comus)

Dia da Árvore foi celebrado numa programação especial no Bosque Rodrigues Alves, uma das principais áreas de preservação do Pará. (Foto: Divulgação/ Alessandra Serrão - NID/Comus)
Conhecida como cidade das mangueiras, Belém abriga cerca de 120 mil árvores, incluindo os distritos de Mosqueiro, Outeiro e Icoaraci. Numa cidade marcada pelo verde, neste domingo (21), o Dia da Árvore foi celebrado numa programação especial no Bosque Rodrigues Alves, uma das principais áreas de preservação do Pará.
A programação teve como objetivo mostrar para a população a importância da preservação do verde.“É muito importante que a população tenha a consciência do quanto é importante preservar as árvores do Bosque e de toda a cidade. Belém, conhecida como cidade das mangueiras, encanta todos os visitantes com a beleza que é passar pelas avenidas e ter aqueles túneis de mangueiras. Então todos têm que se sentir responsável, cuidar e amar as árvores”, diz Roberto Pinheiro, diretor do Bosque Rodrigues Alves.
Adultos e crianças se juntaram para dar um abraço simbólico em uma seringueira, uma das árvores mais antigas do Bosque (Foto: Divulgação/ Alessandra Serrão - NID/Comus)Adultos e crianças se juntaram para dar um abraço simbólico em uma seringueira, uma das árvores mais antigas do Bosque 
Durante a programação o público visitante do Bosque pôde conhecer um pouco das principais espécies de arbóreas que são preservadas no Bosque Rodrigues Alves, através de uma trilha monitorada, acompanhada pela equipe da Fauna, Flora e Educação Ambiental da Semma. “Aqui no Bosque podemos encontrar diversas espécies de árvores, onde algumas são centenárias e estão em extinção. Então mostramos um pouco dessa realidade para os visitantes para que assim todos possam ter consciência da importância do Bosque para nossa cidade”, completa Roberto Pinheiro.
A trilha monitorada teve ainda a participação dos agentes ecológicos mirins, que orientaram o público sobre os cuidados que se deve ter dentro do Bosque Rodrigues Alves. Os visitantes participaram ainda do plantio de mudas de arbóreas.
Para encerrar a programação, adultos e crianças se juntaram para dar um abraço simbólico em uma árvore da espécie seringueira, uma das árvores mais antigas do Bosque e que é símbolo da Amazônia.
“Eu adorei a ideia de juntar várias pessoas para darmos um abraço na árvore. Isso mostra que juntos podemos juntar nossas forças e amor para cuidar das árvores de nossa cidade”, garante Laryssa Tavares, de 11 anos.

A arte reciclada de Domingos Tótora




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O designer Domingos Tótora, nasceu e cresceu em Maria da Fé, cidade do interior de Minas Gerais. Formou-se em São Paulo e escolheu o papelão como matéria-prima para seu trabalho. Usando como fonte de inspiração o paisagismo e o amor pela natureza, ele cria peças em que a beleza mistura-se à funcionalidade, dando assim, um toque artístico para objetos, teoricamente, comuns do cotidiano. Não é a toa que as peças deste fabuloso artista fazem parte da decoração das lojas DUOCASA.
O estúdio de Tótora, que fica em Maria da Fé, é um espaço aberto e moderno que se situa entre o azul do céu e o verde das montanhas. Lá, o artista tem a chance de criar em constante contato e interação com a natureza.
Em um método com certificado de sustentabilidade, o papelão reciclado é dividio em pequenos pedaços e se transforma em uma polpa que serve como material base para móveis, objetos e esculturas moldadas à mão. Nesse processo, que exige muito trabalho, o papelão que se originou como madeira é trazido de volta, completando o ciclo. A preservação da natureza é assunto sério para Totóra, como a gente percebe dando uma olhada no site dele: “Acreditamos que a sustentabilidade acontece por meio de ações e não palavras”.
O mais belo do trabalho de Domingo, afinal de contas, não se manifesta apenas na arte finalizada, porém em todo o processo. Pela dedicação do artista, pelo respeito ao meio ambiente e todo o caminho até o produto final, separamos mais algumas imagens das peças do artista.

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