POLPA MOLDADA

POLPA MOLDADA
Polpa Moldada

quinta-feira, 29 de maio de 2014

URBANASCIDADES


torre da BMW foi construída entre 1968 e 1972 e ficou pronta para as olimpíadas de Munique. O projeto é do arquiteto Karl Schwanzer e tem 101 metros de altura.




Ampliação do museu da Mercedes em Stuttgart
A capital do Estado de Baden-Württemberg, também cidade da Copa, ganhou da DaimlerChrysler o edifício mais festejado de 2006: o novo Museu da Mercedes-Benz.
Ben van Berkel é o nome do arquiteto holandês vencedor do concurso arquitetônico do prédio sem paredes internas e sem pisos planos. O visitante é conduzido por um elevador para começar um passeio, de cima para baixo, pela história dos automóveis através de rampas que formam, em planta baixa, uma hélice dupla que lembra o DNA humano, segundo afirma o arquiteto. 







O projeto da mais famosa arquiteta da atualidade, a iraquiana Zaha Hadid, ganhou o concurso, realizado em 2002, para o edifício central da fábrica da BMW em Leipzig, cidade da Copa localizada no Estado da Saxônia, Leste alemão.



quarta-feira, 28 de maio de 2014


Novidades em embalagens refletem mercado crescente no Brasil, e surpreendem com inovação e sustentabilidade.


Para empresários e profissionais do setor, a Fispal Tecnologia é um grande catalizador para inovações tecnológicas e geração de negócios




O potencial do mercado de embalagens pode ser mensurado pelo aumento da produção e do consumo, além de investimentos em soluções que ofereçam segurança alimentar e menor impacto ambiental. Afinal de contas, estas são preocupações do consumidor do século XXI. Para empresários e profissionais da indústria de alimentos, a 29ª Fispal Tecnologia - Feira Internacional de Embalagens, Processos e Logística para as Indústrias de Alimentos e Bebidas, é um grande catalisador para inovações tecnológicas, networking e geração de negócios.
O Estudo Brasil Pack Trends 2020 do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL) e Centro de Tecnologia de Embalagem (CETEA) revelam que o setor de embalagens emprega mais de 220 mil pessoas no Brasil, com a maior parcela ocupada nos segmentos de plástico, papel e papelão. Outros materiais também têm números líderes para o setor. O Brasil destaca-se na reciclagem de embalagens de alumínio, com índice acima de 97%, em comparação com Japão, EUA, Europa e Argentina. Em relação à reciclagem de PET, fica abaixo somente do Japão. E na reciclagem de papelão, o Brasil está acima de Europa e Argentina. 
Os números positivos são acompanhados por novas tecnologias da indústria de embalagem nacional, que estimulam maneiras de consumir mais sustentáveis e práticas. Um dos exemplos é o papel para embalagem de bombons com 52% de fontes renováveis que reduz em cerca de 60% as emissões de gases de efeito estufa, comparada a outros materiais plásticos. Outra novidade que deve ocupar cada vez mais espaço nas prateleiras de supermercados é a tampa de alumínio para garrafas de vinho, que já é 95% do mercado neozelandês. O alumínio previne o bouchonné, processo de perecimento da bebida causado por um fungo que pode estar abrigado nas rolhas de cortiça. 
Inevitavelmente, o surgimento de novos produtos e maneiras de consumi-los estão atrelados ao poder aquisitivo dos consumidores. Os números da Associação Brasileira de Embalagem (ABRE), divulgados em março de 2013, dão fôlego para mais uma edição de sucesso da Fispal Tecnologia. Segundo a associação, o crescimento do poder aquisitivo do consumidor brasileiro propiciou um aumento nos gastos de 44% com alimentação fora do lar entre os anos de 2009 e 2012. A ABRE também divulgou dados do instituto de pesquisas Nielsen que realizou estudo compreendendo o período entre 2002 e 2012. Houve um aumento de quase 30% no consumo com destaque para perecíveis, bebidas não alcoólicas e higiene e beleza. 

Serviço 

Fispal Tecnologia - 29ª Feira Internacional de Embalagens, Processos e Logística para as Indústrias de Alimentos e Bebidas 
Data: de 25 a 28 de junho de 2013
Horário: das 13h às 21h
Local: Pavilhão do Anhembi, Av. Olavo Fontoura 1.209, Santana, São Paulo. 




Na China e inventou o carro voador do futuro


É chamado de Hover Car, um carro conceito surgiu a partir de mais de 120.000 propostas, que foi adicionado à agenda da gigante alemã para o seu desenvolvimento futuro.




Fibra de carbono que tem a forma de uma esfera achatada nos seus lados, é feita com base flutua no ar e desliza através de trilhos electromagnéticos. Além disso, ele lida apenas com um pé de cabra


terça-feira, 27 de maio de 2014



Companhia da região do ABC inova com reciclagem de papel

Polpatec

Companhia da região do ABC inova com reciclagem de papel


A reciclagem de materiais por parte das empresas é uma tendência crescente, que alia a preocupação com a preservação ambiental com benefícios econômicos, como a redução de custos ou a maior rentabilidade dos produtos, por incorporarem a imagem de mais amigáveis à natureza. Seguindo essa tendência, uma microempresa de Santo André, a Polpatec, desenvolveu uma embalagem inovadora, feita a partir do reaproveitamento de papel.
O proprietário, Antonio Pill, explica que montou a empresa há dez anos já com a ideia de reciclar para fazer seu produto, que ele chama de polpa moldada. Trata-se de embalagem constituída a partir de jornal e outros tipos de papel, que são moídos e colocados em água, e depois, em molde, feito de acordo com o produto ao qual se destina a embalagem. Sua aplicação: servir de proteção, por exemplo, no interior das caixas de eletrodomésticos novos, para que estes não quebrem durante deslocamentos. O item chega a ser 30% mais em conta que o isopor usado com a mesma finalidade, afirma o microempresário.
Pill desenvolveu seu próprio maquinário, com base em sua experiência no segmento (embora não tenha feito curso específico para isso). E cita que, apesar das dificuldades - entre as quais a forte concorrência com os asiáticos nessa área -, tem conseguido crescimento de vendas de cerca 10% ao ano. Com quadro de 20 funcionários e produção mensal de 300 mil a 400 mil peças, a Polpatec fornece atualmente para atividades que vão da produção de móveis, metalúrgicas e fabricantes de eletroeletrônicos, até indústrias de artigos hospitalares. Os preços unitários das peças vão desde R$ 0,20 até R$ 1 ou mais, dependendo do projeto do cliente.
RECICLAGEM
Dados da Bracelpa (Associação Brasileira de Celulose e Papel) mostram a tendência crescente do reaproveitamento. A entidade estima que do total de papel consumido no mercado nacional, 46% é destinado à reciclagem. A maior contribuição vem do papel ondulado, com taxa de recuperação de 69% (enquanto papéis de imprimir têm índice de 32%). De forma geral, a reciclagem tem tudo para crescer mais no País . Na Coreia do Sul, o reaproveitamento chega a 91,6% e na Alemanha, 84,8%.




QUAIS SÃO AS CIDADES MAIS POLUENTES DO MUNDO?


Um dos maiores males que enfrentamos nas grandes cidades é a poluição excessiva. Causadora de doenças respiratórias, ela ainda destrói rios, árvores e prejudica a vida de animais e plantas. Infelizmente, esse é um problema tão comum que muitas pessoas não se incomodam mais com a camada de fumaça presente no horizonte e nem com o mal cheiro dos córregos. No Brasil, São Paulo está no topo da lista das mais poluentes, mas existem muitos locais pelo mundo em que a situação é ainda pior. Confira alguns desses lugares:

Linfen – China

Essa é a região com a maior população afetada, cerca de três milhões de pessoas são prejudicadas pela mineração de carvão. A situação é tão grave, que os próprios moradores se engasgam com a quantidade de poeira de carvão no ar. Como é um lugar que não é fiscalizado, a população ainda enfrenta a falta de água, que é desviada para ser usada nos recursos de mineração.
lifen Quais são as cidades mais poluentes do mundo?
Tianying – China
O problema dessa cidade não é a poluição comum, mas sim a contaminação por chumbo. Por ser uma das maiores produtoras do metal, não ter a fiscalização adequada e nem proteção ambiental, o nível de concentração de chumbo chega a ser até dez vezes superior ao nível considerado aceitável. Isso faz que as crianças tenham problemas de desenvolvimento e muitas doenças renais e auditivas.
Tianying1 Quais são as cidades mais poluentes do mundo?

Dzerzhinsk – Rússia

A poluição causada por produtos nucleares não são problemas exclusivos de Chernobyl ou Fukushima. O forte de Dzerzhinsk era o principal na produção de armas durante os tempos de guerra e, infelizmente, os resíduos tóxicos penetraram o solo e contaminaram os lençóis freáticos. A situação é tão grave que a expectativa de vida das pessoas da região é de apenas 44 anos.
russia Quais são as cidades mais poluentes do mundo?

Sumgayit – Azerbaijão

Durante os tempos de União Soviética, o Azerbaijão tinha mais de 40 fábricas de armas químicas que despejavam cerca de 120 mil toneladas de lixo tóxico na atmosfera todos os anos. Até hoje os produtos estão ativos no ar, aumentando a incidência de câncer na população local.
Sumgayit Azerbaijan1 Quais são as cidades mais poluentes do mundo?

segunda-feira, 26 de maio de 2014


BOLIVIANA CONSTRÓI  CASAS DE GARRAFAS PET PARA AS FAMÍLIAS CARENTES EM 20 DIAS.


Projeto começou há 14 anos e já ajudou mais de 300 famílias de países latino-americanos

Ingrid Vaca Diez, boliviana nascida e criada em Santa Cruz de La Sierra, colocou em prática um projeto com o qual sonhava desde que era uma niña (criança, em espanhol). Fundadora e idealizadora do projeto Casas con Botellas, que constrói moradias para famílias em situação de extrema pobreza utilizando garrafas pet, ela conta com um misto de orgulho e animação que já ajudou a construir mais de 300 casas na Bolívia e em países vizinhos. Em passagem pelo Brasil, Ingrid conversou com PLANO sobre a trajetória do projeto e não escondeu sua vontade de implantar a ideia no maior país da América Latina.
Tudo começou em 2000, quando Ingrid Diez já ajudava a comunidade do bairro Alfredo Vaca Diez, nome dado em homenagem ao seu pai, ex-prefeito da região.  Envolvida com causas humanitárias e desigualdade social que cerca os países latino-americanos, Ingrid decidiu realizar o sonho das crianças do bairro, perguntando o que elas gostariam de ganhar de presente. Brinquedos foram a maioria entre as respostas, mas um pedido chamou sua atenção.  “Todos escreviam cartas falando que queriam uma bicicleta, um vestido, sapato e bolas. Só uma menina falou que queria um quarto para poder dormir, porque eles eram em oito em sua casa e dormiam muito apertados. Foi a única criança que eu demorei para entregar o presente”, conta.
“Vai ser de lixo?”
Ingrid usava garrafas de plástico para fazer artesanato e o acúmulo do material na sua casa resultou em uma briga entre ela e o marido, que se irritou com a quantidade espalhada pelo jardim. No meio da discussão, ele disse, em tom de ironia, que com aquele tanto de garrafas seria possível construir uma casa. Ela conta que concordou, mas jamais pensou que isso um dia aconteceria.  Com a ideia na cabeça, ela começou a fazer experimentos para descobrir um material que pudesse ser usado como cimento. Depois de fazer cerca de dez testes misturando materiais como barro, açúcar, mingau e linhaça, ela ficou satisfeita com os resultados e resolveu colocar o plano em prática.
Ingrid foi até a casa de Claudia, a garota que pediu um quarto, e foi contar a novidade para a mãe da menina: “Maria, já sei como te fazer uma casa”. Quando descobriu de qual material o novo lar seria feito, Maria continuou contente, mas perguntou surpresa: “vai ser de lixo?”.  A primeira etapa para a construção era juntar as garrafas. Animada com a ideia, Ingrid conta que começou a recolher muitas garrafas, saía de carro de madrugada para recolher nos lixos dos bairros mais próximos.
A primeira construção feita de garrafas na comunidade foi um berçário. Depois, Ingrid começou as obras da casa da família de Claudia, que demorou cerca de quatro anos para ficar pronta. Apesar do tamanho da casa (190m²), o que atrasou a construção foi a falta de material e de trabalho voluntário. Com todo o material e um grupo de 8 ou 10 pessoas, ela garante que é possível construir uma casa em 20 dias.

De frente para usinas nucleares de Angra, Greenpeace reafirma: futuro é renovável!

Quatro turbinas eólicas, de três metros de altura cada, flutuaram nesta terça-feira em frente às usinas nucleares de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, em protesto realizado pelo Greenpeace para questionar os investimentos do governo federal na retomada do programa nuclear brasileiro em detrimento do grande potencial eólico do país.

©Greenpeace/Alex Carvalho

O governo brasileiro já deu sinal verde para a construção da terceira usina nuclear do país, Angra 3, que deverá consumir mais de R$ 9 bilhões de recursos públicos e agravar o problema do lixo radioativo, que continua sem solução - aqui, ali, em todo o lugar. Um investimento alto numa fonte energética que já se mostrou cara, insegura e ineficiente, e que acaba desviando recursos de fontes renováveis de energia, como a eólica. Pelos cálculos do Greenpeace, um parque eólico com o dobro da capacidade de Angra 3 (1.350 megawatts) poderia ser construído em apenas dois anos como mesmo valor destinado à usina.
"Em plena crise climática e financeira, investir em fontes renováveis pode ajudar a combater o aquecimento global e ainda gerar milhares de empregos no país", afirma Rebeca Lerer, coordenadora da campanha de Energia do Greenpeace. "Seja do ponto de vista elétrico, econômico ou ambiental, o Brasil não precisa de energia nuclear."
Segundo Rebeca, o Brasil precisa de uma lei nacional de renováveis para viabilizar o crescimento desse mercado no país. "Existem projetos em tramitação no Congresso que podem viabilizar a segurança elétrica brasileira a partir de fontes como a eólica, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas", disse Rebeca.
Medidas de eficiência energética também evidenciam as desvantagens da energia nuclear. Com R$ 1 bilhão investidos em programas de conservação de energia, é possível evitar financiamentos de até R$ 40 bilhões para gerar a mesma quantidade de energia por meio de usinas nucleares.
Etanol

 Questão Energética: Sem considerar a questão energética, não há sustentabilidade. Sem energia a economia não se desenvolve. E se a economia não se desenvolve, as condições de vida das populações se deterioram.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

A responsabilidade social como estratégia de negócio.


            Tornar um negócio mais socialmente responsável envolve trabalho árduo e afeta todos os aspectos de uma empresa, desde como os funcionários são tratados até as ações nos ambientes locais e globais, além do compartilhamento e tratamento das comunidades locais e globais. Não se trata apenas de generosidade ou ações corretas isoladamente; a empresa como um todo não pode simplesmente ser “banhada em bondade”. A responsabilidade social deve ser a base da estratégia de negócios.


" Arte + Design + Estilo + Inovação + Sustentabilidade = Produto final. "




Foto

Mercado e empresa sustentável?


sustentabilidade

Cada vez mais as empresas são avaliadas por suas ações e programas de responsabilidade social. Segundo Philip Kotler, há dez anos, uma pesquisa destacou que 82% dos norte-americanos optariam por uma marca associada a uma boa causa se o preço e a qualidade de seu produto fossem semelhantes ao de outras marcas – afirmou em sua apresentação recente em São Paulo.
Se as pessoas não compram serviços, produtos ou ideias, o que elas compram? As pessoas compram um estado mental; compram aquilo que acreditam, que lhes irá fazer bem. Elas compram um estado mental de satisfação e querem que a compra seja o veículo que lhes proporcione tal estado.
Ser socialmente responsável é vantajoso na hora de fazer negócio. Cada vez mais cresce o número de empresas brasileiras que incorporaram esta visão, após terem sido alertadas que o consumidor via com bons olhos esta guinada.
É o investimento no "ecomarketing". Frequentemente as empresas realizam encontros para debater junto à sociedade as questões ambientais, proporcionando ações positivas que favoreçam o meio ambiente nas aplicações de desenvolvimento sustentado, tecnologia e oferecendo oportunidades de negócios e parcerias no setor, contribuindo para a formação de uma consciência ambiental não só nas empresas, como também junto à comunidade. O marketing deve contribuir para esta mudança sadia, segura, tornando nossa vida mais confortável e melhorando o nosso estilo e qualidade de vida.
Outro ponto importante na questão do marketing sustentável, de acordo com Kotler, é a reação em cadeia. Empresas comprometidas com o meio ambiente, por exemplo, passam a procurar fornecedores que também tenham essa preocupação. Funcionários, investidores e parceiros ficarão mais motivados e leais ao compartilharem essas práticas. Analise estas perguntas e veja se as respostas são verdadeiras e convincentes:
a) Qual é o negócio da nossa empresa? Qual é a nossa utilidade para o mercado?
b) Por que somos importantes e qual o valor que criamos para os clientes?
c) Nós realmente somos diferentes ou "somos mais um" no mercado?
d) Nossa empresa tem um valor sustentável e é rentável para sobreviver?
O respeito pela natureza começa pela fábrica, passa pelos escritórios e vai além dos limites externos da empresa. Uma empresa se desenvolve de forma de forma sustentável com base na qualidade de suas conexões. As empresas devem preparar campanhas de comunicação com seus consumidores lembrando das vantagens do uso de produtos, que são fabricados sem o prejuízo do meio ambiente, fazendo ver que em assim procedendo, todos serão beneficiados – os consumidores, com melhor qualidade de produtos, saúde e de vida, e as empresas com maiores lucros e imagem mais forte perante o mercado.

A incrível biodiversidade da Mata Atlântica preservada

Mostramos belas fotos de Octavio Campos Salles, que mostra diversidade da parte melhor preservada do bioma no livro “Ka’á-eté: A Floresta Atlântica Intocada”


Muriqui-do-sul, o mono-carvoeiro (Brachyteles arachnoides)

Jatobá (Hymenaea courbaril)

Cachoeira do Ouro Fino, que fica dentro do Parque do Zizo, em Tapiraí/SP

Araçari-poca (Selenidera maculirostris)

Araponga (Procnias nudicollis)